Nós também pudemos mudar nosso voto?


A semana terminou com Soninha Francine pensando com o fígado e escrevendo um bilhete de amor para Haddad: “FDP”. Percebendo a besteira, tucanou o xingamento, transformado em “MUITO CINISMO”.
Teve ainda Plínio de Arruda Sampaio dizendo que a prioridade agora é derrotar Haddad. O mais prosaico é a arma dele para isso: o voto nulo. Haddad deve ter agradecido o conselho de Plínio aos seus socialistas na mesma hora. Diante dos cenários apresentados pelas pesquisas, voto nulo nesta altura do campeonato só ajudaria o petista.
No julgamento supremo, teve ministro alterando voto para condenar. Teve ministro alterando voto para absolver. E nós? Podemos alterar o nosso voto também?
No Congresso, ganhamos o nosso vigésimo senador em exercício com 0 voto. É o advogado João Costa, do novíssimo Partido da Pátria Livre (PPL), entrando no lugar de Vicentinho Alves (PR-TO), que parte para o Executivo do seu estado.
Vou perguntar de novo: dá para alterar o nosso voto também?
E você se lembra do Gustavo Fruet nos tempos em que era tucano, durante as primeiras investigações sobre o mensalão petista, descendo o sarrafo no lombo do PT? Ele e o atual prefeito reeleito do Rio, Eduardo Paes. Enfim: dá para alterar?
Fonte: Congresso em Foco

1 comentários:

  1. Chauí tinha razão. Essa musa da filosofia e conhecedora profunda da índole nacional já tinha deixado claro que o povo compreenderia que a conquista do poder depende muito de se conseguir um operador profissional para arrecadar fundos, posto, quem ficar dependendo do que militante mulambendo e impertinente arrecada venendo jornal nunca ganha nada.

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