Hebe Camargo morre aos 83 anos


Nos últimos dois anos, Hebe passou por várias cirurgias e tratamentos contra o câncer (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)A apresentadora Hebe Camargo, ícone da TV brasileira (Montagem sobre foto de Eduardo Knapp/Folhapress)
A apresentadora Hebe Camargo morreu em São Paulo, neste sábado (29), aos 83 anos, vítima de parada cardíaca. Ela morreu ao deitar para dormir, nesta madrugada.
Hebe ficou internada pela última vez por quase duas semanas em agosto, no Hospital Albert Einstein, no Morumbi, para “tratamento de suporte nutricional e metabólico”, conforme boletim médico.

Contudo, nos últimos dois anos, Hebe passou por várias cirurgias e tratamentos contra o câncer. Em janeiro de 2010, a apresentadora ficou 12 dias internada para retirada de nódulos na região do peritônio e iniciou tratamento quimioterápico. Em 2011, fez novas sessões de quimioterapia preventivas. Em março de 2012, passou por uma cirurgia de emergência para retirar um tumor que causava obstrução intestinal, ficando 13 dias no hospital. Em junho, realizou uma nova cirurgia de emergência para retirada da vesícula. No mês de julho, segundo o sobrinho Claudio Pessutti, ficou internada por cinco dias para a realização de exames.

Biografia
Nascida em Taubaté (SP), a 130 km da capital, Hebe Maria Monteiro de Camargo Ravagnani começou a carreira cantando. Entrou para a TV logo após a fundação da primeira emissora brasileira, a TV Tupi, onde ela fazia aparições nos programas como cantora.

Estreou como apresentadora em 1955, no programa “O mundo é das mulheres”, na TV Carioca, a primeira atração voltada especialmente para mulheres. Antes disso, havia substituído Ary Barroso no programa de calouros apresentado por ele.

Depois disso, a apresentadora ficou afastada da TV por um período, até que em 1966 estreou o dominical que levava seu nome na TV Record. A atração contava com o músico
Caçulinha e era líder de audiência. Foi responsável por dar espaço para novos talentos ligados à Jovem Guarda.

Para dedicar-se ao filho, Hebe ficou afastada da televisão por cerca de dez anos, quando voltou a aparecer na TV Bandeirantes. Em 1985, aceitou o convite do SBT para comandar uma atração na emissora. Em quatro de março de 1986, entrava no ar o “Programa Hebe”, comandado por ela até 2010. Em dezembro do mesmo ano, Hebe assinou contrato com a RedeTV e estreou na emissora em março de 2011, onde ficou até este mês, quando acertou retorno ao SBT.

Segundo a assessoria do SBT, ela estava muito feliz com a volta à emissora.
'Uma gracinha'
Em mais de 60 anos de história na televisão brasileira, a apresentadora tornou popular a expressão “gracinha”, usada para elogiar convidados. Outra marca registrada de Hebe era dar selinhos nos entrevistados que passavam por seu famoso sofá.

Famosa como apresentadora, ela não deixou de lado a carreira musical. Após lançar três discos entre 1959 e 1966, compilou suas canções mais conhecidas no CD “Maiores sucessos”, de 1995. Depois, lançou mais quatro discos. "Pra você" (1998), "Como é grande meu amor por você" (2001), "As mais gostosas da Hebe" (2007) e "Hebe mulher" (2010, ano em que participou do Grammy Latino).

O último álbum da carreira contou com participações de Daniel Boaventura e Roberto Carlos. Em todos os discos, o repertório foi abastecido por canções românticas.

'Morrer feliz da vida'
A apresentadora foi diagnosticada com câncer no peritônio, membrana que envolve os órgãos do aparelho digestivo, em janeiro de 2010. Em sua primeira gravação após 12 dias internada para a retirada de nódulos e para o início do tratamento quimioterápico, Hebe mostrou gratidão com fãs e celebridades que a apoiaram. “Posso até morrer daqui a pouco, que vou morrer feliz da vida”, comentou em março de 2010, ainda no SBT.

Na ocasião, Hebe subiu ao palco ao som de Ivete Sangalo, Ney Matogrosso, Leonardo e Maria Rita cantando juntos. “Vocês são a causa disso tudo. Me colocaram nesse pedestal que eu não mereço. É impossível encontrar palavras para descrever esse momento”, disse para a plateia. Depois, entoou “Ó nóis aqui traveis”, samba do grupo Demônios da Garoa.

Novas internações
Em setembro de 2011, Hebe iniciou um novo tratamento contra o câncer, com sessões de quimioterapia preventivas. "Não estou doente, apenas continuo me tratando pra poder ficar com vocês muito tempo ainda", disse. Por conta do retorno ao tratamento, ela havia voltado a perder cabelo e, consequentemente, a usar perucas.

"Evidentemente, todo remédio forte causa algum problema. O meu problema é que eu, de novo, fiquei carequinha. Eu não estou careca, mas quase. Então, evidentemente, estou de peruca", afirmou, em comunicado enviado à imprensa. Ela ainda brincou, referindo-se ao ator Reynaldo Gianecchini, que fazia um tratamento contra um câncer no sistema linfático. "Vou sair linda, igual ao Reynaldo Gianecchini”, disse.

Em março de 2012, foi submetida a uma cirurgia de emergência para a retirada de um tumor que causava obstrução intestinal. Muito bem humorada, ela deixou o hospital após 13 dias de internação. “Se vocês pensaram que eu ia embora, eu enganei vocês. Olha eu aqui outra vez”, brincou. Em junho deste ano, foi submetida a uma cirurgia de emergência para retirada da vesícula.


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BRT - De um lado anda (Almirante Barroso), de outro para (Augusto Montenegro)

Ontem (28) foi fechado acordo entre a Prefeitura de Belém e a Cosanpa, onde ficou acertado o reinicio das obras e o deslocamento dos "pilares da discórdia". Mas o que quero chamar atenção para outro imbróglio das obras do BRT.

Na rodovia Augusto Montenegro as obras simplesmente pararam. Não nem vestígios de recomeço, temos agora na avenida Augusto Montenegro, duas "realizações" da prefeitura, onde somente há indicio de que se pretendia realizar algo lá, uma é a ciclovia, que parou em virtude do projeto do BRT, e o outro é o próprio BRT. 

Na Almirante Barroso, as obras seguem em ritmo normal, talvez, este intersere de acabar logo a Avenida citada, em detrimento ao resto do projeto, seja em virtude do próximo dia 07 de outubro. Até agora, o BRT, em relação  a questão eleitoral, foi um tiro no pé, todo mundo reclamando. É uma obra, que para ter dividendos eleitorais tinha que esta funcionando,  e não adianta botar ônibus desfilando, isso só piora. 
 


Acordo regulariza obras do BRT



Acordo regulariza obras do BRT (Foto: Diário do Pará)
Pilar da obra será afastado e Cosanpa vai retirar ação na justiça (Foto: Diário do Pará)
Um acordo fechado na manhã de ontem entre Prefeitura Municipal deBelém (PMB) e Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) parece pôr fim ao impasse em relação ao andamento das obras do BRT (sigla em inglês para ônibus rápido) na área do anel viário do entrocamento.
Após reunião na quinta-feira (27) e visita às obras na manhã de ontem (28), Governo e Prefeitura decidiram elaborar um termo de compromisso que deverá ser entregue à Justiça do Estado do Pará na próxima segunda-feira.
No documento, a prefeitura compromete-se a, no prazo máximo de 60 dias, deslocar em três metros da adutora da Cosanpa, um dos pilares de sustentação do elevado em construção (que hoje está a apenas 30 centímetros da estrutura). A Cosanpa, por sua vez, garante que a partir da assinatura de cumprimento do acordo, pedirá a suspensão da liminar que impede o andamento das obras naquele trecho.
Os detalhes foram fechados durante a visita dos técnicos que, de acordo com a assessoria da Unidade de Gerenciamento de Projetos Especiais (UGPE) foi fechada à imprensa. A partir dessa assinatura, as partes garantem que não haverá nenhum prejuízo ao abastecimento de água para as cerca de 350 mil pessoas que vivem no entorno da obra.

PARALISAÇÃO
O pedido judicial de paralisação das obras do BRT no trecho localizado no anel viário do Entroncamento feito esta semana levou em consideração aspectos técnicos. A discussão começou em janeiro, quando a Prefeitura de Belém solicitou à Cosanpa o cadastro de água e esgoto da área do Entroncamento, já considerando a implantação do BRT.
Em julho, o surgimento das primeiras reclamações de moradores sobre a falta de água no bairro Castanheira levou a um visita técnica da Cosanpa ao local que acabou constatando além da causa do problema (o corte de uma rede de distribuição de 100 milímetros feita sem autorização dentro do canteiro de obras), a construção de um pilar de sustentação do elevado muito próximo a adutora de 900 milímetros, responsável pelo abastecimento de água de parte de Belém, Ananindeua e, futuramente, com a conclusão das obras do PAC 2, Marituba.
Esses problemas originaram a ação na Justiça sob justificativa de possível inviabilidade de intervenções emergenciais para substituições ou reparos na rede de distribuição de água para a área.

Ônibus faz viagem experimental

A partir das 10h, será realizada mais um viagem experimental feita por um dos ônibus que integram o sistema Bus Rapid Transit - BRT. A primeira viagem experimental aconteceu ontem à noite, no corredor da Almirante Barroso. O coletivo, com capacidade para 171 passageiros, chegou à Belém na semana passada.
A demonstração de hoje também será feita no corredor expresso da Almirante, partindo da estação da travessa Perebebuí, próximo ao Bosque Rodrigues Alves.
Na presença do Prefeito Duciomar Costa e da gerente da Unidade Gestora de Projetos Especiais da PMB, Suely Pinheiro, serão apresentados os motoristas que estão sendo qualificados para operar os ônibus especiais, o sistema de sincronização dos semáforos para o trânsito do BRT e a estrutura das estações de embarque e desembarque de passageiros. Representantes de universidades públicas e privadas e das diversas esferas do poder público também participam da programação.
Esta viagem experimental ocorre nove meses após o início das obras de implantação do Sistema BRT.
De acordo com a prefeitura, o BRT Belém vai ter dois corredores expressos capazes de diminuir em até 60% o tempo de viagem, e assim desafogar o trânsito de Belém nas avenidas Almirante Barroso e Augusto Montenegro. São esses os principais objetivos do sistema que começa a ser implantado no mês de outubro em Belém. O projeto também contempla a avenida Augusto Montenegro, cujas obras estão previstas para serem entregues até o final de 2013.
(Diário do Pará)

Adversários agridem prefeito de Pirabas


Na noite desta quarta-feira (26), uma semana após a tentativa de homicídio contra o coordenador de campanha da coligação “Juntos de novo com a força do povo”, Josélio Almeida, mais uma cena de violência foi registrada na zona rural do município de São João de Pirabas, nordeste do Pará.
Desta vez a vítima foi o próprio prefeito municipal Cláudio Barroso (PMDB), que disputa a reeleição. O incidente aconteceu quando Cláudio Barroso retornava para sua propriedade, um sítio localizado às proximidades da comunidade Vila Nova II.
Segundo consta no boletim de ocorrência lavrado na selegacia de Polícia Civil do município, o prefeito foi surpreendido por um grupo de pessoas ligadas à coligação “O trabalho está de volta”, encabeçada pelo ex-prefeito Bosco Moysés, que naquela ocasião realizava um comício na vila da Parada Miriti, exatamente no perímetro da estrada que dá acesso à propriedade de Cláudio Barroso.
Com a rua obstruída, o gestor solicitou ao motorista que conduzia o veículo, que contornasse o local buscando outra via alternativa.Ao chegar às proximidades da residência de um eleitor de prenome Manoel, que o teria convidado para conversar em sua residência, o prefeito saiu do veículo e sentou-se em frente ao imóvel. Segundo o prefeito e a testemunha, Manoel, minutos depois, surgiram três mulheres que reconheceram Cláudio em meio ao ambiente meio escuro, e a partir desse momento, iniciaram palavras de insultos e difamações contra a pessoa do prefeito.
Em seguida, as mulheres retiraram-se do local e foram em direção ao comício. Porém, segundo Cláudio Barroso, a situação de animosidade não parou por aí. Incentivados pelo radialista A.Santos e pelo cabo da polícia militar e candidato a vereador, Edson Fontes, um grupo de pessoas abandonaram o comício e partiram em direção ao local onde o prefeito estava.
A agressão só não foi efetivada por causa da intervenção da Polícia Militar, que escoltou Cláudio Barroso até a sede do município. Mas o veículo S-10 cabine dupla que transportava o prefeito teve o para-brisa traseiro quebrado.
Ontem, 27 (quinta-feira), pela manhã, Claúdio Barroso foi até a delegacia de polícia registrar a ocorrência, e foi ouvido pelo delegado Emerson de Souza França, que irá apurar o caso de difamação e ameaça à integridade física. (Diário do Pará)

Plenária Geral do futuro prefeito de Belém - Edmilson Rodrigues

Destaques da Feira do Livro nesta sexta-feira


Veja os destaques da programação da XVI Feira Pan-Amazônico do Livro
Encontro Literário
Luis Fernando Veríssimo é o convidado especial do Encontro Literário, que acontece às 19 horas, no auditório Dalcídio Jurandir. Em seguida, o escritor estará no Ponto do Autor autografando "Em algum Lugar do Paraíso", "Comédias para Ler na Escola", "Comédias Brasileiras de Verão", "Os Espiões", "As Mentiras que os Homens Contam", "As cobras", "Mesa Voadora", "Sexo na Cabeça" e "Ed Morte".
Escritores paraenses
A historiadora e artista visual Josette Lassance e a médica Jacqueline Darwich são as escritoras que estarão no Escritores Paraenses. O encontro com os leitores será às 17h30, no auditório Dalcídio Jurandir. Em seguida elas autografam, respectivamente, “Os cinco felizes” e “Imagens” e “O Anjo nu”.
Papo Cabeça
A escritora e jornalista Martha Medeiros está no Papo Cabeça, às 15h30, no auditório Dalcídio Jurandir, para falar sobre "O que é ser feliz hoje?". A apresentação é de Betty Dopazo, com intervenção Artística de Ester Sá e Renato Torres. Às 17 horas, ela autografa “Feliz por nada”, “Noite em claro”, “Fora de mim” e “Divã”, no Ponto do Autor
Eidorfe Moreira
O Seminário em Homenagem aos 100 Anos de Eidorfe Moreira acontece a partir das 14h30, na Sala Marajó I. Entre os temas que serão debatidos estão “Eidorfe Moreira e o Conhecimento Transdisciplinar”, “Eidorfe Moreira e Benedito Nunes: algumas ideias sobre a concepção geográfica da vida”, “Eidorfe Moreira: Palavra e Imagem” e “Múltiplo Eidorfe”.
Gincana Literária
No auditório Benedito Nunes, a partir das 10 horas, acontece a divulgação do resultado e a premiação dos vencedores da Gincana Literária, que tem como jurados Sheila Maués, Luis Guilherme dos Santos Júnior e Joel Cardoso.
Amazônia DOC 4
Na Mostra Competitiva Pan-Amazônica tem exibição do curta “Pcycle”, às 19h30. E, às 20 horas, será exibido o longa-metragem “Ojosbienabiertos”. No Cine Oi Estação, do Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas.

Resultado final da enquete: Edmilson vence com 48%

Alfredo Costa
  12 (8%)
 
Anivaldo Vale
  6 (4%)
 
Arnaldo Jordy
  4 (2%)
 
Edmilson Rodrigues
  66 (48%)
 
Jefferson Lima
  3 (2%)
 
Jose Priante
  17 (12%)
 
Leny Campelo
  1 (0%)
Marcos Rego
  0 (0%)
Sergio Pimentel
  2 (1%)
 
Zenaldo Coutinho
  24 (17%)
 


Na nossa pesquisa, Edmilson Rodrigues vence com 48%, já o segundo colocado é Zenaldo Coutinho com 17%, Priante fica com 12%.

Discussões aumentam tensão no julgamento do mensalão


A 28ª sessão para julgamento do mensalão serviu de palco para a pior discussão entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Após um período de calmaria, o relator da Ação Penal 470, Joaquim Barbosa, e o revisor, Ricardo Lewandowski, trocaram duras afirmações em vários momentos da reunião plenária nesta quarta-feira (26). Hoje (26), Lewandowski concluiu seu voto sobre o item 6 da denúncia, que trata da tese central do esquema, a compra de votos na base aliada entre 2003 e 2004.
A origem dos bate-bocas entre os dois ministros hoje foi uma declaração de Lewandowski feita durante a sessão. Ele disse que os ministros têm uma compreensão completa do voto ao acompanhar a leitura em plenário. Joaquim entendeu isso como uma indireta às suas constantes saídas do plenário. Com um problema crônico no quadril, o relator passa boa parte da sessão em uma sala ao lado do plenário, deitado em uma espreguiçadeira. Por vezes, solicita a presença do fisioterapeuta da corte.


Assessores relatam que Joaquim qualificou a declaração como uma ofensa. Por isso, subiu o tom, não diminuindo nem quando o ministro Marco Aurélio Mello o repreendeu em plenário. “Vamos respeitar o colega. Cuidado com as palavras. Vossa Excelência está num colegiado de alto nível”, disse ao relator. Marco Aurélio ainda pediu que Joaquim “policiasse sua linguagem”. Mesmo assim, o ministro não se sentiu censurado pelo colega, comentando com funcionários que ele faz isso o tempo todo.
O relator fez diversas críticas ao voto de Lewandowski. Disse que o revisor não poderia fazer “vista grossa dos fatos” e que não gosta de hipocrisia. Marco Aurélio, então, interveio. Disse que nenhum dos 11 ministros faz vista grossa. Lewandowski, então, afirmou que, se Joaquim não “suporta a divergência, deveria propor à Comissão de Redação que abolisse a figura de revisor”. Lewandowski também acabou subindo o tom: “Vossa excelência não me dirá o que eu tenho que fazer. E por favor não me dê conselhos”, disparou. E ironizou Barbosa: “Gostaria de ser como vossa excelência, que só tem certezas.”
Depois do intervalo, o clima esquentou ainda mais entre relator e revisor. A discussão começou pela opinião de Lewandowski sobre a participação do ex-tesoureiro do PTB Emerson Palmieri. Ele absolveu o petebista das acusações de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Joaquim, então, reclamou da postura do colega. Isso por causa da presença do nome de Palmieri em uma lista elaborada por Marcos Valério de supostos beneficiários de repasses financeiros. “Divergências filosóficas são normais, factuais não”, disparou Joaquim.
Uma das reclamações de Joaquim é o fato de Lewandowski não passar o voto em escrito para os colegas. Para ele, fica complicado rebater a postura do revisor se houver apenas o voto oral. O regimento interno da corte, no artigo 25, dá como atribuições do revisor “confirmar, completar ou retificar o relatório do relator”. Porém, não trata de como ele deve se pronunciar sobre o voto. Ou seja, na prática, o revisor funciona como um segundo relator para dar um contrapeso no julgamento. São os dois únicos que têm acesso ilimitado ao processo. Antes das sessões, Barbos distribui por escrito o seu voto.
Lavagem
A primeira parte da discussão ocorreu durante debate entre os ministros sobre a possibilidade de condenar réus do mensalão pelo crime de lavagem de dinheiro. Uma parte majoritária já votou pela culpa do deputado João Paulo Cunha (PT-SP) por branqueamento de capitais. Porém, outro grupo acredita que uma pessoa não pode ser considerada culpada por uma mesma conduta em duas imputações. Irritado com a postura do revisor, Joaquim pediu rapidez e a entrega do voto em escrito para os colegas. Lewandowski justificou que não poderia fazer isso por causa do método usado para julgar o caso.
Segundo Lewandowski, fica complicado entregar um voto em escrito pelo fatiamento aprovado pelos ministros no início do julgamento. Com a divisão por capítulos, disse o revisor, ele precisa revisar sua posição com frequência. “A sugestão é para entregar o voto em nome da transparência”, disse Joaquim ao que Lewandowski questionou: “que transparência?” A declaração do relator provocou a solidariedade de ministros ao revisor do mensalão. Para Marco Aurélio Mello, todos no Supremo agem com transparência. O decano da corte, Celso de Mello, lembrou que a corte tem sido alvo de “intenso escrutíneo”.
Fonte: Congresso em Foco

Celpa vale um real


Um real, foi quanto a empresa maranhense pagou pela Centrais Elétricas do Pará  (CELPA) nesta terça-feira (25) .  
A empresa foi privatizada em 1998, pelo então governador tucano, Almir Gabriel, e desde sua privatização vem sendo alvo de inúmeras críticas por parte da população, em relação ao serviço prestado pela concessionária.  Quero lembrar, que quando a empresa foi passada para a iniciativa privada, pela valor de R$ 450 milhões, a promessa tucana era bem diferente, haveria manutenção dos empregos e aumento dos investimento, estas promessa não foram cumpridas. O lucro da empresa no Pará foi repassado a sua matriz, diversos trabalhadores foram demitidos, a conta de luz só fez aumentar. 
Quero chamar atenção para duas coisas, uma é que como parte do processo de recuperação da empresa, a justiça  permitiu  o aumento de 12,7% na tarifa para os paraenses, o que vai na contramão do governo Dilma, que desonerou os tributos da energia elétrica, o que  permitirá  uma diminuição na conta, de 16 % até o ano de 2013.

Outro ponto, é que é a segunda vez que a CELPA foi vendida durante um governo Tucano.

Ao final de tudo, quem vai pagar a conta da privatização é a população.

Campanha 65113 - Passagem Liberal vota Professora Edilza Fontes

Estive na segunda feira à noite (24) na passagem Liberal, no bairro da Terra Firme. Foi uma programação organizada pelos professores Odilene e Elias Sacramento. Foi uma reunião muito agradável, que aconteceu antes do comício do Edmilson Rodrigues, na Praça Bruno de Menezes, e que revigorou a equipe para continuar a batalha. 

Fotos da Plenária Geral do PCdoB - 25/09/2012

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Haddad empata com Serra em SP

Serra e Haddad estão empatados em segundo lugar / FolhapressSerra e Haddad estão empatados em segundo lugarFolhapress


Uma nova pesquisa Vox Populi com os números da corrida eleitoral em São Paulo foi divulgada pelo Jornal da Band na noite desta segunda-feira. Pela primeira vez, o candidato do PT, Fernando Haddad, aparece empatado com o candidato do PSDB, José Serra, na disputa pelo segundo lugar.

Na pesquisa estimulada realizada entre os dias 19 e 21 de setembro, Haddad subiu de 14% no levantamento em agosto para 17% das intenções de voto. Já o candidato do PSDB passou de 22% para 17%.

A liderança continua com o candidato do PRB, Celso Russomanno, que ampliou a vantagem de 31% para 34% das intenções de voto.

Ainda de acordo com a pesquisa, o candidato do PMDB, Gabriel Chalita, aparece em quarto lugar, com 5% das intenções de voto, mesmo número do último levantamento.

Soninha Francine (PPS) caiu de 4% para 2%. Paulinho da Força (PDT) foi de 2% para 1%. E Levy Fidelix (PRTB) passou de 0% para 1%.

Carlos Giannazi (PSOL), Ana Luiza (PSTU), Anaí Caproni (PCO), Eymael (PSDC) e Miguel Manso (PPL) não alcançaram 1% dos votos.

O número de votos brancos e nulos é de 10%. Os eleitores que não sabem ou não responderam somam 13% do total.


Juiz determina paralisação das obras do BRT


O juiz Elder Lisboa, titular da 1ª Vara de Fazenda Pública da Comarca de Belém, determinou liminarmente nesta segunda-feira (24) a paralisação da obra do Bus Rapid Transit (BRT), no Anel Viário do Entroncamento. A decisão atende pedido em Ação de Nunciação de Obra Nova, ajuizada pela Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) contra o Município de Belém e a Construtora Andrade Gutierrez.
A paralisação permanecerá até que o município de Belém proceda o reposicionamento de toda a estrutura da obra, dando conhecimento de todos os procedimentos ao Juízo. Para o cumprimento da ordem, o magistrado determinou medida de urgência, além de requisição de força policial para acompanhamento do oficial de justiça. Em caso de descumprimento, fica estabelecida multa diária de R$ 100 mil a ser suportada pessoalmente pelo prefeito Duciomar Costa.
Conforme os autos do processo, a Cosanpa alega que encaminhou ofício à Gerência do Programa da Unidade Gestora de Projetos Especiais do Município de Belém, informando sobre o cadastro das redes de abastecimento e requerendo cópias dos projetos relativos à obra BRT com as possíveis interferências na rede de distribuição da água.
A Companhia afirma ter constatado que a adutora de 900 milímetros de diâmetro em ferro fundido, localizada no canteiro central do anel viário do Entroncamento "encontra-se sob o bloco de fundação B2 em construção, com sua geratriz superior externa a 20 centímetros da base do referido bloco, podendo acarretar sérios problemas no abastecimento de água aos municípios de Belém, Ananindeua e Marituba e danos ao patrimônio da Cosanpa, em razão de possível e/ou provável rompimento da adutora".
A Cosanpa informou ainda que, diante do risco iminente, acionou a Divisão de Investigação e Operações Especiais (Dioe), em conjunto com o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, que comprovou que o posicionamento do bloco de fundação acarretaria sérios riscos não só à adutora, mas ao abastecimento de água.
Para a autora da ação existe a necessidade de reposicionamento de toda a estrutura da obra do BRT, incluindo as estacas, a base e o pilar para fora da área da adutora com distanciamento mínimo de três metros da estrutura da obra às expensas do Município de Belém, ou o desfazimento/demolição da obra do BRT situada no Entroncamento.
Através dos documentos juntados à ação, o juiz Elder Lisboa verificou que assiste razão à Cosanpa, uma vez que o posicionamento do bloco de fundação sobre a adutora poderá acarretar sérios riscos ao abastecimento de água, “inclusive, inviabilizando qualquer tipo de intervenções emergenciais em caso de vazamento da adutora, causando uma tragédia de proporções inimagináveis”.
O magistrado ressaltou ainda em seu despacho que, “com a continuidade da obra nos moldes previstos, haverá um verdadeiro caos à população da região metropolitana de Belém, pois, amargará mais ainda com a falta d'água, que já é um serviço altamente deficitário”. Com o peso da estrutura e dos veículos que circularão pelo elevado, a obra se torna “uma tragédia anunciada”.
(DOL, com informações do TJE/PA)

Imperatriz Leopoldinense - Pará - O Muiraquitã do Brasil

Em 2013, vamos ter o Pará na Marques da Sapucaí, pois a Imperatriz Leopoldinense vai homenagear o estado com enredo "Pará - O Muiraquitã do Brasil."

Os compositores paraenses estão participando do concurso para a escolha do samba enredo da escola, no total foram inscritos 17 sambas enredos de autores do estado. Na primeira eliminatória  foram eliminados sete, na segunda, deixaram a competição mais três, restam 7 sambas disputando.

A final de Belém é dia 10 de outubro, no Rancho Não Posso Me Amofinar, e a final geral é no dia 17, no Rio, quando concorrerão 4 sambas enredos, sendo um indicado pelo Pará. 

 o Samba enredo que estamos exibindo é do Bosco Guimarães  e do Fernando Gogo de Ouro

O último e tardio “aviso” a Jango


No dia do golpe, 31 de março de 1964, o então chefe do Estado-Maior das Forças Armadas (Emfa), general Pery Constant Beviláqua, encaminhou ao presidente João Goulart um documento que o alertava sobre os ânimos exaltados na caserna. No texto, provavelmente nunca lido por Jango, Beviláqua faz uma longa análise a respeito do quadro de indisciplina militar momentos depois de iniciada a quartelada, assusta-se com a perspectiva de implantação de uma ditadura “comuno-sindicalista” no País e dá um conselho ao presidente. Segundo o general, a única maneira de Goulart restabelecer a confiança dos chefes militares seria fazer uma “formal declaração” de que iria se opor às “greves políticas” anunciadas à época pela Central Geral dos Trabalhadores (CGT) e ordenar uma intervenção nos sindicatos envolvidos nos planos de paralisação.
Confira aqui (em PDF) a íntegra do documento.
Ambíguo. Beviláqua seria cassado pela ditadura por denunciar a farsa dos inquéritos policiais militares. Foto: Arquivo/Ag. O Globo
Beviláqua era uma figura controversa na caserna. Oficial legalista, continuou chefe do Emfa após o golpe simplesmente porque os golpistas não sabiam o que fazer com ele. Em 1965 foi nomeado ministro do Superior Tribunal Militar (STM), mas logo se desentendeu com a turma da linha dura. Em 1968 foi cassado com base no Ato Institucional número 5, o AI-5, por ter denunciado a fraude em que se transformaram os Inquéritos Policiais Militares (IPMs) da ditadura, usados para perseguir, prender, torturar e matar adversários do regime. Proscrito da caserna, Beviláqua filiou-se ao antigo MDB, única oposição permitida pelos generais, e foi um dos criadores do Comitê Nacional de Anistia.
Foi, ele mesmo, anistiado em 1979, e aposentado como ministro do STM. É pouco provável, contudo, que tenha escrito o documento de 31 de março de 1964 sem saber da movimentação golpista à sua volta. Isso porque o chefe do Emfa era o responsável pela organização e emprego conjunto das Forcas Armadas. Também era responsável por emitir pareceres sobre todos os problemas relativos à segurança nacional, além de exercer a alta direção dos serviços de informação e contrainformação militares. Ou seja, Beviláqua sabia – ou deveria saber – de tudo.
Ninguém entende quais foram as razões que o levaram a produzir um alerta a Jango, registrado num documento de nove páginas, horas depois de os tanques do general Olímpio Mourão Filho terem partido de Juiz de Fora, Minas Gerais, em direção ao Rio de Janeiro, na madrugada de 31 de março de 1964. Beviláqua morreu em 1990, aos 91 anos, sem nunca ter tocado no assunto, ao menos publicamente.
Embora tenha sempre se mantido longe da linha dura, Beviláqua era anticomunista de carteirinha e via na agitação sindical pré-1964 uma tentativa de substituição dos partidos democráticos por “ajuntamentos dominados por comunistas”, dos quais ele queria distância do governo e da República. O “espectro de uma ditadura comuno-sindical”, alertava o general, contribuiria, além de tudo, para o agravamento da inflação.
O documento encaminhado a Jango faz parte de uma papelada secreta encontrada há três meses no prédio do Ministério da Defesa, em Brasília, onde por 35 anos funcionou a sede do Emfa, extinto em 1999. Ao todo, foram achados 37 volumes encadernados classificados como sigilosos, além de 52 volumes de boletins reservados. Por ordem do ministro Celso Amorim, a papelada foi enviada ao Arquivo Nacional para ser colocada à disposição do público. Além da mensagem de Beviláqua há muitas comunicações administrativas (ofícios, memorandos, mensagens) e diversos relatórios sobre a conjuntura política nacional e internacional entre 1946 e 1991.
A mensagem de Beviláqua a Jango pode ser interpretada tanto como uma peça de cinismo quanto um atestado de ingenuidade do chefe do Emfa. O distanciamento histórico, contudo, dá a cada conselho do general um toque de ironia. Ao tratar do tema “Exame da situação militar”, Beviláqua alerta para a necessidade de impedir a infiltração de “elementos subversivos” nas Forças Armadas, pessoas que, segundo ele, “chegam a iludir a boa-fé de certas autoridades”, uma insinuação pouco sutil ao próprio presidente. O moral da tropa, avisa o general no dia do golpe, poderia ser considerado “bom”, mas apresentava-se “suscetível de (sic) bruscas variações” por causa da tensão provocada pelo processo “comuno-desagregador em desenvolvimento no País”.
Na missiva, o chefe do Emfa recomenda ao presidente que proíba as greves “políticas” e barre o avanço comunista. Foto: Dominicio Pinheiro/AE
Beviláqua cita, claro, o comício de 13 de março de 1964, na Central do Brasil, no Rio, como um evento que teve “funda repercussão nos meios militares”. E deu a dica do que iria acabar se consolidando dali a algumas horas. “Os chefes militares das três Forças Armadas, em todos os graus da hierarquia, veem com crescente apreensão o desenvolvimento da grave crise de autoridade”. De acordo com o general, “o sistema comuno-sindical-grevista, na medida em que se fortalece e amplia, torna-se cada vez mais perigoso para a segurança do País”.
Uma “República Sindicalista”, delírio comum entre os generais em 1964, diz Beviláqua ao presidente João Goulart, só poderia ser implantada no Brasil “sobre o cadáver moral” das Forças Armadas. Não deixa de ser uma ironia o fato de que, em seguida, uma ditadura tenha sido implantada sobre o cadáver moral do País. Por ingenuidade ou ideologia, o general via nos sindicalistas, e não nos militares golpistas, “inimigos mortais” da democracia, do que, justiça seja feita, iria se arrepender, poucos anos depois, ao ser cassado, entre outros motivos, por conceder habeas corpus demais quando ministro do STM.
No item “Impressão sobre a situação no que concerne à segurança interna”, Beviláqua informa a Jango que as Forças Armadas estavam, suprema ironia, “prontas a cumprir e fazer cumprir a Constituição e as leis do País, que a todos obrigam”. Mas faz uma ressalva: “Desde que prontamente seja restabelecido o princípio da autoridade e o clima de disciplina militar rotundamente abalados pelas últimas ocorrências”. E repreende Goulart por ele ter ido, na noite anterior ao golpe, receber uma homenagem de sargentos da Marinha, Exército, Aeronáutica e das polícias militares no Automóvel Clube do Rio de Janeiro.
Autor de O Sequestro dos Uruguaios, primeiro livro sobre a Operação Condor, o consórcio do terror montado pelas ditaduras da América do Sul nas décadas de 1970/1980, o jornalista Luiz Cláudio Cunha afirma nunca ter visto o texto do general Beviláqua. Depois de ler o ­documento escrito pelo general, a pedido de CartaCapital, Cunha, recentemente nomeado consultor da Comissão Nacional da Verdade, avaliou que o registro não destoa do ambiente golpista da época. “O Pery, no documento, repete o que os golpistas diziam há tempos.”

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Belém confirma a preferência por Edmilson

FOTOS MARCELO SEABRA
A população de Belém confirmou a preferência por Edmilson Rodrigues, candidato a prefeito pela "Frente Belém nas Mãos do Povo" (PSOL-PSTU-PCdoB), durante a grande carreata realizada na manhã deste domingo, 23. Nas calçadas, nas feiras, nas janelas das residências e dos edifícios as pessoas acenaram para Edmilson, que passava na carroceria de uma caminhonete ao lado do candidato a vice-prefeito, Jorge Panzera. Várias pessoas vestiram a camisa vermelha e foram para fora das casas apertar a mão do candidato, abraçá-lo, tirar fotos e confirmar o voto no 50, no próximo dia sete de outubro.

Cerca de 1.500 carros participaram da carreata, que partiu ás 10h30 da manhã da Av. Doca de Souza Franco, no bairro do Reduto, e seguiu pelos bairros de Nazaré, Batista Campos, Cremação, Jurunas, Condor, Guamá, Terra Firme e passou pela área do Riacho Doce até chegar à Av. João Paulo II, no bairro do Curió, onde encerrou o percurso. Na Rua Fernando Guilhon, meninos de um projeto social homenagearam o candidato com uma bandinha de música.

"Foi uma belíssima carreata. As pessoas ficaram felizes de falarem comigo", disse Edmilson, ao final da carreata. Ele reafirmou a volta da Bolsa Escola, do Família Saudável e das grandes obras que mudaram a cara de Belém, como a revitalização do Ver-o-Peso, a recuperação do prédio histórico do Mercado de São Brás e o prolongamento da João Paulo II. "Me honra estar em primeiro lugar e merecer a confiança do povo", destacou Edmilson. "Fizemos uma pororoca vermelha na cidade. Eles (adversários) estão fazendo de tudo para evitar a vitória do Edmilson, mas não adianta. Hoje vimos a resposta nas ruas: o povo escolheu o Edmilson. O povo tem memória e lembra de tudo o que foi feito nos oito anos em que ele foi prefeito de Belém (de 1997 a 2004). Agora é só abandono", acrescentou Panzera.

Campanha 65113 - Meu discurso no bairro do Marco - Porque não votar no tucano

Campanha 65113 no distrito de Icoaraci

Estive no dia 19 de setembro, na caminhada do Edmilson Rodrigues no distrito de Icoaraci. A ação política foi muito boa,  e a população do distrito reconhece o trabalho feito da administração de Edmilson quando prefeito de Belém

Professores Marcos Pipoca e Ronaldo, eu e meu amigo Buscapé  

Regiane  Baia e Edilza Fontes


Paka-Tatu na Feira Pan-Amazônica do Livro - 2012


Prezados leitores e autores

A Editora Paka-Tatu e algumas outras editoras participam da Feira Pan-Amazônica do Livro, 2012, no estande da LIGA BRASILEIRA DE EDITORAS (LIBRE), entidade da qual fazem parte.

No estande de 104 metros quadrados a Paka-Tatu terá seus títulos em exposição e lançará novos títulos de seu catálogo.

Os editores da Paka-Tatu  aguardam sua visita.
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Editora Paka-Tatu 

Grande carreata da campanha Edmilson 50!

edmilson carreata doca

Começa hoje a XVI Feira Pan-Amazônica do Livro




Livros, revistas e gibis, vão tomar conta do Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, de 21 a 30 de setembro, durante a XVI Feira Pan-Amazônica do Livro, que irá trazer a literatura, culinária e costumes de Portugal. Nesta edição, o escritor homenageado é o Maestro Wilson Fonseca, mais conhecido como Isoca. Serão dez dias de programações voltadas para o mundo literário. No tradicional Encontro Literário nomes como Luis Fernando Veríssimo e Martha Medeiros já estão confirmados. A visitação ocorrerá das 10h às 22h com entrada gratuita.

Enquete: quem será o novo prefeito de Belém ?

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Alfredo Costa
Anivaldo Vale
Arnaldo Jordy
Edmilson Rodrigues
Jefferson Lima
Jose Priante
Leny Campelo
Marcos Rego
Sergio Pimentel
Zenaldo Coutinho

   

Jordy tem conta bloqueada pela justiça


O desembargador Roberto Moura, convocado da 3ª Câmara Cível Isolada do Tribunal de Justiça do Estado (TJE), manteve decisão anteriormente por ele tomada de penhora de 50% dos valores de uma conta bancária mantida no Banco do Brasil pelo deputado federal e candidato a prefeito de Belém, Arnaldo Jordy (PPS). O caso envolve ação de reparação de danos morais movida contra Jordy no ano de 2003 pelo então juiz Cláudio Montalvão das Neves, hoje desembargador do TJE.

O deputado ingressou com agravo de instrumento contra decisão de primeiro grau que manteve o bloqueio de metade do valor depositado no BB, alegando que a conta era para recebimento exclusivo de seus salários da Câmara Federal. A sentença contra Jordy já transitou em julgado com a condenação ao pagamento de 250 salários mínimos. Atualizado, o valor alcança R$ 95 mil. No mesmo processo figurou como réu o também deputado federal paraense Giovanni Queiroz (PDT).


OPERAÇÕES

Segundo a decisão proferida por Moura, que rejeitou o recurso de Jordy, o deputado mantinha operação de investimento de R$ 150 mil e outras aplicações em fundos bancários. “Como se observa, essas informações, por si só, afastam os argumentos do agravante de que a conta corrente seria utilizada única e exclusivamente para recebimento dos seus proventos da Câmara dos Deputados, pois os valores ali constantes são utilizados para fins de investimento”, afirma o desembargador. Para ele, não há fatos novos que possam modificar sua decisão.
Em 2003, durante a campanha eleitoral, Jordy era vereador e apresentou requerimento para que a Câmara Municipal de Belém enviasse votos de protesto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), “contra a parcialidade como os juízes eleitorais vêm procedendo no julgamento das questões propostas pelas coligações que disputam as eleições deste ano”. Ele dizia que as coligações haviam sofrido censura prévia do juiz Cláudio Montalvão das Neves, que atendeu representação da “União pelo Pará”, proibindo qualquer comentário nas propagandas eleitorais sobre o suposto uso da máquina governamental pelo candidato ao governo do Estado Simão Jatene (PSDB).


PARCIAL
O então vereador integrava a coligação “Frente Trabalhista”, que apoiava o candidato ao governo estadual, Hildegardo Nunes. “Essa censura da Justiça Eleitoral é acintosa, parcial e vil. É pior que no tempo da ditadura militar, que valia para todos”, declarou Jordy a um jornal local, citando o nome de Cláudio Montalvão das Neves. 
(Diário do Pará)

Umarizal vota Professora Edilza Fontes 65113

Lewandowski discorda de relator e inocenta deputado no mensalão


O revisor da ação penal do chamado mensalão, Ricardo Lewandowski, votou nesta quinta-feira pela absolvição do deputado Pedro Henry (PP-MT) das acusações de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, e condenou por corrupção passiva outro réu ligado ao PP, o ex-deputado Pedro Corrêa, que foi inocentado do crime de lavagem.
Em uma interpretação rigorosa, Lewandowski iniciou seu voto no capítulo atual, sobre o recebimento de recursos vindos do chamado valerioduto por parlamentares ou assessores de partidos aliados do governo federal, ressaltando as mudanças estabelecidas pelos demais integrantes na jurisprudência sobre os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O revisor continua seu voto na segunda-feira, ao analisar dois réus do PP, além dos parlamentares ligados ao extinto PL, hoje PR, PTB e PMDB. Ele disse que espera esgotar seu voto na próxima sessão.
Mesmo com a absolvição de Henry, o terceiro nome do PP, José Claudio Genu, deve ser condenado pelo revisor por corrupção passiva.
Em um debate com o ministro Luiz Fux, Lewandowski chegou a afirmar que acredita que os recursos foram utilizados para caixa dois de campanha mas, em seguida, afirmou que não era relevante para a comprovação dos crimes e que não entraria neste mérito em seu voto.
Ao final da sessão, Lewandowski voltou a afirmar que não iria avaliar se os recursos foram para prática de caixa dois por considerar que não interferiria na ocorrência do crime de corrupção passiva.
"Entendo que a absolvição de Pedro Henry é medida que se impõe", disse ele, responsabilizando o ex-deputado José Janene, já morto, pelas operações irregulares com as corretoras Bonus Banval e Natimar.
Antes de Lewandowski, o relator, Joaquim Barbosa, concluiu o seu voto, condenando 12 réus, inclusive o delator do suposto esquema, o ex-deputado e presidente do PTB Roberto Jefferson.
MUDANÇA DE JURISPRUDÊNCIA
O revisor fez questão de citar o voto dos demais ministros nos capítulos anteriores do processo para demonstrar que houve mudanças na forma como a Corte entende a existência dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Ao contrário de decisões anteriores, como a da ação penal do Caso Collor, de 1994, os ministros entendem que agora basta a perspectiva de o servidor atuar em benefício do corruptor para caracterizar o crime de corrupção passiva, quando no passado era necessária a identificação precisa de um ato de ofício --ação do servidor que beneficia quem o corrompeu.
Já sobre lavagem de dinheiro, Lewandowski ressaltou que a ocultação ou dissimulação dos recursos recebidos faz parte do crime de corrupção passiva e, para caracterizar lavagem, são necessários "novos atos, diferentes dos anteriores, para branquear os capitais".
"Tal artifício (a camuflagem do dinheiro recebido) é largamente utilizado para obtenção de propina... Vantagem é raramente recebida à luz do dia", disse ele.
"Não posso aceitar que um réu seja punido duas vezes por um mesmo ato delituoso", completou Lewandowski.
Neste sentido, Lewandowski afirmou que não viu nos dois réus analisados por ele nesta quinta a "reciclagem dos valores, por meio de uma ou mais operações... inserindo-o no mercado sob uma aparência limpa".
A análise do crime de lavagem de dinheiro teve um entendimento muito controverso entre os ministros. No caso do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), a condenação chegou a ser por seis votos contra cinco.
Nesta quinta, durante o voto de Barbosa, o ministro Marco Aurélio Mello chegou a interromper o relator para afirmar que estava "assustado com o conceito de lavagem" utilizado por ele.

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