O ritmo lento dos candidatos a prefeito de Belém

A campanha está chegando ao meio do seu segundo mês e o ritmo impresso pela maioria dos candidatos a prefeito ainda é tímido. A campanha do candidato do PSOL, Edmilson, é que tem um pouco mais presença de rua e de  agendas de caminhadas. 

Andando pela rua notei algumas placas do candidato do PR, Anivaldo Vale, que, em geral, estão colocadas  nos corredores de tráfego da Almirante Barroso e Augusto Montenegro. Confesso que não visitei o portal da Amazônia, onde seria um bom lugar para alocação de placas. Nos corredores Augusto Montenegro e Almirante Barroso, por onde estão as obras do BRT, as placas estão causando um verdadeiro Demarketing   em função dos congestionamentos nas áreas. A imagem "colada" nas placas é do prefeito Duciomar, ele ainda possui um alto índice de rejeição, conforme mostram as ultimas pesquisas.

Já a candidatura Priante iniciou a campanha de bandeirada, e afixação de minidoor em casa e locais estratégicos, com isto, ele busca, informar ao grande público (principalmente o que votou nele nas eleições de 2008), que novamente é candidato a prefeito. Ele espera com isto, garantir a votação suficiente para levá-lo para o segundo turno e, economizar recursos, para o momento decisivo. Não vemos uma agenda de rua com o candidato.

Jordy tem uma campanha tímida, visivelmente possui poucos recursos financeiros e materiais.  Jordy tinha tudo para aglutinar as forças ligadas ao governador, mas o governou assumiu a candidatura de um único candidato, que é o Zenaldo, que é do seu partido.

A candidatura de Zenaldo Coutinho está inócua, nem parece que ele é o candidato do partido do governador. Não há visual, bandeirada e quase nada de campanha, apenas alguns adesivos em carros (daqueles que não saem nunca). A campanha de Zenaldo está bem diferente da de Pioneiro em Ananindeua. Parece que o PSDB estabeleceu prioridades.
  
Dos demais candidatos (Jefferson Lima (PP),  Alfredo Costa (PT), Leny Campelo (PPL), Marcos Rêgo (PRTB)  e Sérgio Pimentel (PSL) - que está tentando reverter a cassação - Pouco ou nada há de campanha.

A verdade é que os candidatos estão em uma pindaíba para arrecadar recursos, o que obriga os postulantes a prefeitos imprimirem um ritmo mais lento, devagar, quase parando. Esta atitude beneficia quem está na frente  nas pesquisas (Edmilson e Priante).

A TV (se é esta a aposta) pouco influenciará o eleitor. Aliás, nem debate tivemos até agora.


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