Recesso

O Blog da Professora Edilza Fontes estará de recesso até o dia 02 de janeiro de 2012. O intervalo é para descanso e renovação da equipe.

Estamos no ar desde de abril de 2009, e este é o segundo recesso de nosso blog.

Desejamos à todos boas festas.

Abraços 

Professora Edilza Fontes

Câmara aprova projeto de royalties do petróleo do Senado

BRASÍLIA, 6 Nov (Reuters) - A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira o projeto enviado pelo Senado que modifica a distribuição de royalties do petróleo entre Estados e municípios.

Por 286 votos a favor e 124 votos contrários, os deputados aprovaram a proposta do Senado aprovada no ano passado, que reduz a participação da União e de Estados e municípios produtores e eleva o recebimento dos royalties pelos não produtores.

O projeto do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) prevê que a fatia da União nos royalties dos campos já licitados caia dos atuais 30 por cento para 20 por cento, assim como a participação dos Estados produtores.

No caso dos municípios produtores, a alíquota cairia gradualmente de 26,25 por cento para até 4 por cento em 2020.

Com isso, a participação dos Estados não produtores --que receberão o dinheiro de acordo com os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE)-- subiria gradualmente até 27 por cento em 2020.

No caso dos municípios não produtores, a fatia também aumentaria, para o mesmo patamar em 2020.
O texto de Vital do Rêgo também altera a divisão das chamadas Participações Especiais --tributo cobrado em campos de maior produção.

Nos campos já concedidos, a parte da União cairia de 50 por cento para 42 por cento em 2012. Nos anos seguintes, a alíquota subiria gradualmente até chegar a 46 por cento em 2016.

A fatia da Participação Especial dos Estados produtores cairia de 40 por cento para 20 por cento em 2020. Os municípios produtores, que hoje recebem 10 por cento, passariam para 4 por cento em 2019.

Os demais Estados e municípios, que hoje nada recebem a título de Participação Especial, terão 15 por cento em 2020.

Os deputados ainda apreciarão emendas e destaques que poderão modificar o texto enviado pelos senadores.

REVIRAVOLTA

Com a aprovação do texto do Senado, a proposta que tinha sido elaborada pelo deputado Carlos Zarattini (PT-SP) --e chegou a ter processo de votação iniciado nesta terça-feira-- foi arquivada.

A votação do texto aprovado no Senado, em detrimento da proposta da Câmara, ocorreu após a Confederação Nacional dos Municípios (CMN) distribuir uma tabela alegando que os municípios não produtores ganhariam menos com o projeto dos deputados.

Pressionados, os deputados aprovaram um requerimento que privilegiou a votação no plenário da proposta do Senado.

"É fácil defender municípios. Os parlamentares dependem de votos e ninguém quer sequer parecer que está contra os interesses dos municípios. Mas, contraditoriamente, podem estar", disse o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia.

Já Zarattini considerou a rejeição de seu parecer como "uma perda enorme".

Para o deputado, o projeto produzido por senadores "não se sustenta juridicamente" e tem erros.
(Por Jeferson Ribeiro e Maria Carolina Marcello)

Eleições 2012: extremos de renovação e retrocesso



Márcia DenserNessas eleições de 2012, marcadas por extremos de renovação e retrocesso (que tratarei em colunas futuras), a vitória de Fernando Haddad em Sampa se traduz por muito mais do que um sopro de esperança. E para que alguns leitores não resmunguem dizendo que só me reporto a São Paulo, vou citar adiante, fazendo minhas as palavras de dois expoentes da cultura nacional: Antonio Cândido e Emir Sader.

No manifesto assinado por 100 intelectuais (including me, ver no site da Carta Maior), o mestre acertou na mosca ao declarar: “Antes referência internacional, São Paulo deixou de ser um espaço de inovação e criatividade. No período da gestão Serra/Kassab, enquanto o Brasil brilhou, a cidade se apagou.”

Prosseguindo, Cândido comenta que “depois de oito anos intermináveis, a cidade de São Paulo está irrespirável.” Seu espaço urbano, cada dia mais desumano, aproxima-se de uma situação de calamidade. Numa política de arrasa-quarteirão, bairros inteiros estão mudando para pior sua configuração social e urbanística. Torres se erguem em ruas desprovidas de capacidade para receber mais automóveis. Enquanto isso, ocorrem recorrentes incêndios em favelas e seus moradores são jogados na rua.

A atual gestão atingiu uma rejeição histórica. As reivindicações dos moradores da periferia, dos movimentos sociais e dos cidadãos em geral tornaram-se alvo de uma política autoritária e segregacionista. São escassas as políticas públicas voltadas para os que mais precisam delas. Comandada por administradores tecnocráticos e provincianos, a cidade, militarizada, adquiriu contornos de um campo de depressão (eu diria concentração mesmo!) individual e coletiva.

Aqui, Antonio Cândido é pontual: “Nestas eleições, Fernando Haddad apresentou um programa de mudanças apoiado em ideias e projetos inovadores. Suas soluções não podem ser postergadas ou ignoradas. Seu programa demonstra vasto conhecimento dos principais problemas da cidade, pensando suas múltiplas dimensões de modo amplo e estratégico. Orientado por novas diretrizes, enfatiza a descentralização e formas democráticas de gestão, direcionadas para a redução das desigualdades sociais. Não foge ao desafio de conceber políticas sociais, econômicas e culturais dinâmicas e ousadas.”

Ressalte-se também que esse programa foi articulado em discussões públicas, por centenas de ativistas sociais, gestores experientes e representantes das diversas esferas da sociedade. Trata-se ainda de um programa com pé no chão. Os custos de todas as propostas foram avaliados, e a fonte dos recursos especificada, evitando o aumento de impostos e procurando eliminar tarifas desnecessárias.

Pautado pelas ideias de liberdade, transparência, utilização crítica das tecnologias, fomento à inovação, o plano de governo de Fernando Haddad busca o fortalecimento das instituições públicas, o aprimoramento do convívio social, a ampliação de direitos e a garantia de seu exercício como um bem disponível e partilhável por todos.

Ao finalizar seu discurso, Cândido reinvidica: “Queremos uma cidade mais acolhedora e generosa, devolvendo São Paulo a todos que nela vivem. Urge reverter a degradação progressiva do espaço e sociabilidade pública, construindo ações concretas que permitam ao cidadão e ao indivíduo que somos desenvolvermos livremente nossas potencialidades.”

Para Emir Sader (ver também no site da Carta Maior, “O resgate de São Paulo”), São Paulo, uma das cidades mais extraordinárias do mundo, se tornou ainda mais triste, cinzenta, cruel: locomotiva da exclusão, discriminação e intolerância. Tornou-se a cidade mais injusta do Brasil pela brutal polarização entre a mais desenfreada riqueza e os maiores polos de miséria e de abandono do Brasil.

A isso ficou reduzida São Paulo nas mãos da sua elite e dos partidos que a representam. A chance de seu regate é agora. Pelo desgaste das políticas da direita e pela conjunção de fatores que levou Fernando Haddad a liderar as pesquisas. Não por acaso o resgate é comandado por um ex-estudante da USP e um ex-operário metalúrgico do ABC – algumas das grandes marcas de São Paulo.

Cidade obrigada, graças à sua direita, a renegar o que tinha de melhor: a diversidade, os movimentos sociais, os trabalhadores nordestinos, a cultura; a renegar sua relação com o Brasil e seu povo. Uma São Paulo que virou as costas para os outros estados, virou as costas para Brasil. Uma cidade que ficou à margem do maior processo de democratização econômica e social que o país já viveu. À margem do reconhecimento e extensão dos direitos básicos a todos os cidadãos brasileiros, antes marginalizados pelos governantes, especialmente no governo tucano, que só acentuou a desigualdade, a miséria e a pobreza no país.

Ao invés de “locomotiva da nação”, como apregoava a antiga elite paulista, tornou-se objeto de vergonha nacional: pela miséria, discriminação, racismo, violência policial e seus grupos extermínio; pela decadência de seus sistemas de educação, saúde pública, cultura, entre tantas outras vergonhas.
E Sader conclui: “Mas chegou a hora do resgate de São Paulo. Chegou a hora de colocar São Paulo no mesmo processo que tem feito o Brasil avançar, pela primeira vez, na superação da sua maior chaga – o de ser o pais mais desigual do continente mais desigual do mundo.”

Por outro lado, entre os extremos de retrocesso tipo marcha à ré para trás, tivemos a eleição de ACM Neto do DEM como prefeito de Salvador, marcando o retorno do carlismo, do coronelismo e do barbarismo (as forças mais arcaicas do Brasil), não só por ser quem é, mas como representante do DEM, a direita mais extrema do país!

O moço é a encarnação do estereótipo hollywoodiano do mimado e truculento vilãozinho latino-americano, AK-47 em punho – eternamente refreado pelo pai ou avô e manipulado pela CIA. O fato é que os baianos já se ferraram pelos próximos quatro anos.

Site do Congesso em Foco

Os vencedores, ainda


Manda a tradição que o eleitor brasileiro vote em pessoas em lugar do ideário deste ou daquele partido. De resto, os partidos nas nossas latitudes sempre funcionaram como clubes recreativos de uma ou outra turma graúda. Se alternativa digna houve, foi o PT, mas durou pouco. No poder, portou-se como os demais.
Unidos. A maior personalidade da história política brasileira e quem lhe segue os passos. Foto: José Cruz/ABr
Deste ponto de vista, as eleições municipais recém-encerradas com o segundo turno mantiveram-se no leito antigo. Mudou, porém, o peso das lideranças capazes de influência decisiva. Lideranças autênticas, diferentes daquelas forjadas pelo populismo mais desbragado, tão frequentes no passado, mesmo recente. Refiro-me, em primeiro lugar, ao ex-metalúrgico e ex-presidente Lula, que evoluiu do palanque da Vila Euclydes para a plateia mundial.
Neste pleito, Lula confirmou o que já é do conhecimento até do mundo mineral, tirante a mídia nativa. Trata-se da personalidade mais forte da história política do País, sua popularidade, avassaladora, supera inclusive aquela de Getúlio Vargas. Dilma Rousseff segue-lhe os passos. A afirmação peremptória dos candidatos da chamada base aliada resulta antes de mais nada da boa atuação do seu governo.
Outras figuras começam a ganhar dimensão nacional, como Eduardo Campos e Cid Gomes, enquanto o momento projeta naturalmente o nome de Aécio Neves, em quem há tempo CartaCapital reconhece autoridade e tino para conduzir uma oposição moderada e responsável, conforme as conveniências da democracia.
Neste terreno o Brasil ainda engatinha. Não basta a realização periódica de eleições para provar a maioridade democrática. Outros fatores surgidos nos últimos dez anos deságuam, contudo, em importantes avanços, não somente a caminho de uma sociedade menos injusta, mas também na conquista da consciência da cidadania por um número crescente de brasileiros. É quanto transparece dos resultados deste pleito municipal, bem menos provinciano e mais significativo do que se podia imaginar.
A mídia nativa é a primeira derrotada no embate, antes que o PSDB paulista e o PT baiano. O espetáculo encenado pelos barões midiáticos e seus cortesãos na tentativa de mascarar a verdade proporcionou momentos de involuntário hu­morismo à altura do teatro do absurdo, sobretudo na linha de Ionesco, embora sem esconder a expectativa da súbita chegada de Godot, segundo Beckett. José Serra seria Godot?
Não se exclua a possibilidade, a considerar o tom de editoriais, colunas, artigos, rubricas. No sábado 27, o editorial de um jornalão estampava como título: “Resistir é preciso”. De volta de uma viagem ao exterior, ausente havia duas semanas, sofri um abalo sísmico entre o fígado e a alma. Supus que a revolução vermelha batesse às portas liderada por Fernando Haddad. Tragicômico destino de uma direita tão extremada, tão anacrônica, tão romneyana (de Romney) a ponto de soçobrar nas ondas do ridículo atroz. Espetáculo a seu modo magnífico, por obra da incapacidade dos protagonistas de perceber a enrascada patética (do Pateta de Walt Disney, herói da Editora Abril) em que se atiraram.
Dou agora com a soturna expressão dos bairros paulistanos, ditos nobres não se sabe por quê. Varridos pelo siroco de um eterno temor e pela aspiração a se instalarem, pelo menos nomodus operandi, entre Coral Gables e Dubai. Abastecidos com solércia inaudita pelos evangelhos midiáticos. E agarrados à lembrança de Fernando Henrique Cardoso e à esperança vã da vitória de José Serra. Estes ninhos tucanos estão mais para aqueles das andorinhas doentes, iguaria da cozinha chinesa. Altamente recomendados para o cardápio dos barões midiáticos.
É o ocaso de um PSDB que já foi de André Franco Montoro e Mário Covas e foi entregue ao cabo a um cínico e um obsessivo e, sustentado pela fanfarra dos jornalões e revistões, passou a cuidar dos negócios dos vetustos donos do poder. O mesmo que o cínico e o obsessivo diziam combater nos seus anos verdes. É nesta moldura que a ribalta cabe a Aécio, capa desta edição.

Prédio da Receita Federal pode ser implodido

Fonte: Diário do Pará 

Prédio da Receita Federal pode ser implodido  (Foto: DOL / Arquivo)
Fogo atingiu sete dos 14 andares do prédio. Proposta pode abrir área de lazer no local (Foto: DOL / Arquivo)

O prédio do Ministério da Fazenda, que abrigava a Receita Federal e pegou fogo no final do mês de agosto em Belém pode ser implodido. A proposta foi encaminhada para o Ministro da Fazenda Guido Mantega após requerimento aprovado na Assembleia Legislativa do estado.

De acordo com o deputado estadual, Raimundo Santos, do Partido Ecológico Nacional, PEN, autor da proposta o prédio não estaria adequado a paisagem da cidade e que foi construído na década de 1970 quando Belém ainda não tinha um Plano Diretor do Município. "Além de impedir a ventilação na área a implosão seria um presente para os 400 anos de Belém. Aquele espaço pode ser uma área de lazer, um presente para toda a cidade", diz o deputado.

Na semana passada pedestres e trabalhadores afirmaram que tremores foram sentidos no prédio que foi isolado por uma lona azul após o incêndio. Raimundo Santos comparou a avaria do dia 26 de agosto a um limão que virou limonada. "Depois do incêndio agora podemos fazer um novo prédio que seria menos caro do que a reconstrução do atual que está inadequado", afirma Santos.
No próximo mês a Assesmbleia Legislativa deve realizar uma audiência pública para ouvir a população sobre a proposta.

Confira o desempenho dos governadores como cabos eleitorais

Site congresso em Foco
 
BONS CABOS ELEITORAIS

Antonio Anastasia (PSDB), Minas Gerais – conduziu Márcio Lacerda (PSDB) à reeleição em Belo Horizonte
Camilo Capiberibe* (PSB), Amapá – Clécio Luís (Psol), eleito em Macapá
Cid Gomes (PSB), Ceará – Roberto Claudio (PSB), eleito em Fortaleza
Eduardo Campos (PSB), Pernambuco – Geraldo Júlio (PSB), eleito em Recife
José de Anchieta Júnior (PSDB), Roraima – Teresa Surita (PMDB), eleita em Boa Vista
Raimundo Colombo (PSD), Santa Catarina – Cesar Souza Júnior (PSD), eleito em Florianópolis
Renato Casagrande* (PSB), Espírito Santo – Luciano Rezende (PPS), eleito em Vitória
Sérgio Cabral (PMDB), Rio de Janeiro – Eduardo Paes (PMDB), reeleito no Rio
Simão Jatene (PSDB), Pará – Zenaldo Coutinho (PSDB), eleito em Belém
Teotonio Vilela Filho (PSDB), Alagoas – Rui Palmeira (PSDB), eleito em Maceió
Tião Viana (PT), Acre – Marcus Alexandre (PT), eleito em Rio Branco
* Camilo Capiberibe recomendou voto em Clécio Luís, sem envolvimento direto no pleito; Renato Casagrande também não apoiou Luciano Rezende diretamente, mas aderiu à coligação partidária

MAUS CABOS ELEITORAIS

André Puccinelli (PMDB), Mato Grosso do Sul – PP elegeu Alcides Bernal em Campo Grande
Beto Richa
(PSDB), Paraná – PDT elegeu Gustavo Fruet em Curitiba
Confúcio Moura (PMDB), Rondônia – PSB elegeu Mauro Nazif em Porto Velho
Geraldo Alckmin (PSDB), São Paulo – PT elegeu Fernando Haddad na capital paulista
Jaques Wagner (PT), Bahia – DEM elegeu ACM Neto em Salvador
Marcelo Déda (PT), Sergipe – DEM elegeu João Alves Filho em Aracaju
Marconi Perillo (PSDB), Goiás – PT reelegeu Paulo Garcia em Goiânia
Omar Aziz (PSD), Amazonas – PSDB elegeu Arthur Virgílio em Manaus
Ricardo Coutinho (PSB), Paraíba – PT elegeu Luciano Cartaxo em João Pessoa
Rosalba Ciarlini (DEM), Rio Grande do Norte – PDT elegeu Carlos Eduardo Alves em Natal
Roseana Sarney (PMDB), Maranhão – PTC elegeu Edivaldo Holanda Júnior em São Luís
Silval Barbosa (PMDB), Mato Grosso – PSB elegeu Mauro Mendes em Cuiabá
Siqueira Campos (PSDB), Tocantins – PP elegeu Carlos Amastha em Palmas
Tarso Genro (PT), Rio Grande do Sul – PDT reelegeu José Fortunatti em Porto Alegre
Wilson Nunes Martins (PSB), Piauí – PSDB elegeu Firmino Filho em Teresina

Veja quem são os novos prefeitos das capitais brasileiras

ARACAJU (SE)
João Alves Filho (DEM)

BELÉM (PA)
Zenaldo Coutinho (PSDB)

BELO HORIZONTE (MG)
Márcio Lacerda (PSB)

BOA VISTA (RR)
Teresa Surita (PMDB)

CUIABÁ (MT)
Mauro Mendes (PSB)

CAMPO GRANDE (MS)
Alcides Bernal (PP)

CURITIBA (PR)
Gustavo Fruet (PDT)

FLORIANÓPOLIS (SC)
Cesar Souza Jr. (PSD)

FORTALEZA (CE)
Roberto Claudio (PSB)

GOIÂNIA (GO)
Paulo Garcia (PT)

JOÃO PESSOA (PB)
Luciano Cartaxo (PT)

MACAPÁ (AP)
Clécio Luís (Psol)

MACEIÓ (AL)
Rui Palmeira (PSDB)

MANAUS (AM)
Arthur Virgílio (PSDB)

NATAL (RN)
Carlos Eduardo Alves (PDT)

PALMAS (TO)
Carlos Amastha (PP)

PORTO ALEGRE (RS)
José Fortunatti (PDT)

PORTO VELHO (RO)
Mauro Nazif (PSB)


RECIFE (PE)
Geraldo Júlio (PSB)

RIO BRANCO (AC)
Marcus Alexandre (PT)

RIO DE JANEIRO (RJ)
Eduardo Paes (PMDB)

SALVADOR (BA)
ACM Neto (DEM)

SÃO LUÍS (MA)
Edivaldo Holanda Jr. (PTC)

SÃO PAULO (SP)
Fernando Haddad (PT)

TERESINA (PI)
Firmino Filho (PSDB)

VITÓRIA (ES)
Luciano Rezende (PPS)

Congresso em Foco

Veja que partidos administrarão as maiores cidades brasileiras

PT e PSDB são as legendas que mais elegeram prefeitos nas capitais e municípios com mais de 200 mil eleitores

PT – 16
PSDB – 15
PMDB – 10
PSB – 11
PDT – 9
DEM –5
PP – 4
PSD – 4
PCdoB – 4
PR –2
PTC –1
Psol – 1
PV – 1
PRB – 1

Fonte: Site Congresso em Foco

Edmilson na frente de Zenaldo

O candidato à Prefeitura de Belém Edmilson Rodrigues (Psol) aparece com 51% dos votos válidos (excluídos bancos, nulos e indecisos) e Zenaldo Coutinho (PSDB) com 49% na pesquisa eleitoral do Instituto de Pesquisas Sociais Políticas e Econômicas (Ipespe), que será destaque deste domingo (28), no Diário do Pará. Os dados mostram que a disputa para o segundo turno na capital está tecnicamente empatada.
Com a margem de erro, de três pontos e meio para mais ou para menos, Edmilson oscila entre 54,5% e 47,5% e Zenaldo entre 52,5% e 45,5% nos votos válidos. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob protocolo PA 00342/2012 e ouviu 800 eleitores entre os  dias 24 e 26 de outubro.
Edmilson Rodrigues aparece na frente também na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores pelos pesquisadores, e não descartando os votos brancos, nulos e os que estão indecisos. Nas intensões de voto, o candidato do Psol aparece com 48% e o tucano com 45%. Brancos e nulos somam 3% e os que não souberam ou não opinaram são 4%.

Já na pesquisa espontânea, Edmilson aparece com 45% dos votos e Zenaldo com 43%. Nesta pesquisa, o eleitor precisa lembrar o nome do candidato.

REJEIÇÃO
Ao serem indagados sobre o candidato em que não votariam de jeito nenhum, os eleitores colocaram Zenaldo na frente, com 37%, e Edmilson em seguida, com 33%. Os que disseram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos somaram 25%, e os que não souberam ou não responderam a essa questão somaram 5%.

Os eleitores também foram perguntados sobre quem tem mais chances de ser o novo prefeito de Belém, independente de em quem votarão. A resposta foi que 54% acreditam em Zenaldo Coutinho e outros 35% disseram ser Edmilson. 11% não souberam ou não responderam.

(DOL, com informações do Diário do Pará)

Nós também pudemos mudar nosso voto?


A semana terminou com Soninha Francine pensando com o fígado e escrevendo um bilhete de amor para Haddad: “FDP”. Percebendo a besteira, tucanou o xingamento, transformado em “MUITO CINISMO”.
Teve ainda Plínio de Arruda Sampaio dizendo que a prioridade agora é derrotar Haddad. O mais prosaico é a arma dele para isso: o voto nulo. Haddad deve ter agradecido o conselho de Plínio aos seus socialistas na mesma hora. Diante dos cenários apresentados pelas pesquisas, voto nulo nesta altura do campeonato só ajudaria o petista.
No julgamento supremo, teve ministro alterando voto para condenar. Teve ministro alterando voto para absolver. E nós? Podemos alterar o nosso voto também?
No Congresso, ganhamos o nosso vigésimo senador em exercício com 0 voto. É o advogado João Costa, do novíssimo Partido da Pátria Livre (PPL), entrando no lugar de Vicentinho Alves (PR-TO), que parte para o Executivo do seu estado.
Vou perguntar de novo: dá para alterar o nosso voto também?
E você se lembra do Gustavo Fruet nos tempos em que era tucano, durante as primeiras investigações sobre o mensalão petista, descendo o sarrafo no lombo do PT? Ele e o atual prefeito reeleito do Rio, Eduardo Paes. Enfim: dá para alterar?
Fonte: Congresso em Foco

Paulo Rocha é absolvido de lavagem de dinheiro


Paulo Rocha é absolvido de lavagem de dinheiro (Foto: Agência Câmara)
(Foto: Agência Câmara)

O Supremo Tribunal Federal (STF) absolveu nesta terça-feira (23) o ex-deputado petista Paulo Rocha e mais seis réus da acusação de lavagem de dinheiro. Os magistrados decidiram não usar o chamado voto de qualidade, em que o presidente do STF, Ayres Britto, tem direito a um voto extra, conforme regimento interno da Casa.

O entendimento do plenário foi que a dúvida deve favorecer o réu. Como não havia consenso sobre o seu uso, a questão foi debatida entre os ministros.

Britto, que já havia dito ontem que era, pessoalmente, a favor do princípio de que, no caso de dúvida, o réu é favorecido, voltou a defender a absolvição dos réus em caso de empate.

"Gostaria de encaminhar o entendimento de que, em caso de empate, prevaleça a tese da absolvição do réu", afirmou o presidente da Corte, dando por encerrado o processo do paraense Paulo Rocha.
(Luiza Mello, de Brasília-DF, especial para o DOL)

Cristóvam Buarque vem manifestar apoio a Edmilson


O senador Cristóvam Buarque (PDT-DF) participa nesta terça-feira (23) de um encontro em Belém para manifestar apoio à candidatura de Edmilson Rodrigues (PSOL) pela prefeitura da capital.
evento, em favor ao candidato que disputa o segundo turno das eleições com Zenaldo Coutinho (PSDB), contará ainda com a presença de correligionários e professores.
Logo após o encontro, haverá uma caminhada na avenida Pedro Miranda. Às 15h, o senador se juntará aos participantes, em frente ao colégio Justo Chermont, localizado na Pedro Miranda, entre Timbó e Vileta.
(DOL)

Crônica da morte anunciada do PSDB


“Os tucanos chegam a esta eleição jogando toda a sua sobrevivência em São Paulo, com o grave risco de, se perderem, ter decretada sua desaparição política”

Faltando doze dias para o 2º turno das eleições para a prefeitura de Sampa, e somente após críticas massivas pela omissão, o tucano José Serra aveccorreligionários (leia-se comparsas) lançou esta semana, numa livraria da cidade, seu programa de governo. Segundo editorial da Carta Maior, o evento foi na verdade uma espécie de “programa de lazer tucano”, uma encenação de seriedade para ser filmada e tapar buraco na propaganda eleitoral.
A contrapelo das pesquisas e do elevado teor de hipocrisia de um candidato que, após criticar a cartilha anti-homofóbica idealizada pelo MEC, foi obrigado a admitir que, em 2009, quando governador de SP, distribuiu material idêntico na rede estadual – ambos produzidos pela mesma ONG, a Ecos – Serra exerceu sua especialidade: a simulação.
A propósito do exercício supostamente democrático de “discutir a cidade com os cidadãos”, suas propostas mal-ajambradas – afetando um falso rigor técnico e ocultando metas, custos, recursos e a probabilidade de cumpri-las – se resumem a apenas um item, assim descrito pela insuspeita UOL: “Em um dos poucos momentos em que dedicou sua fala às suas propostas, Serra lembrou a promessa de construir 30 AMAs (Assistência Médica Ambulatorial). ‘Mas não a ponto de detalhar onde vamos fazer’ (ressalvou). ‘Isso seria impossível (sic). Mas tem o compromisso”(????????).
Planejamento incrível! Um compromisso exemplar com o eleitor!
A propósito e quase na mesma pauta, ressalto aqui o artigo dessa semana de Emir Sader, “Os tucanos do começo ao fim”, plenamente sintonizado com o que vem repisando esta colunista há séculos. Observa Emir que “os tucanos nasceram de forma contingente na política brasileira, apontaram para um potencial forte, tiveram sucesso por via que não se esperava, decaíram com grande rapidez e agora chegam a seu final”.
Mas ele mata a cobra e mostra o pau, prosseguindo com sua retrospectiva política ao relatar que os tucanos nasceram de setores descontentes do PMDB, sobretudo de Sampa, sob o domínio de Orestes Quércia (de triste memória), tentaram a eleição de Antonio Ermírio de Morais, em 1986, pelo PTB, mas Quércia os derrotou. Daí articularam-se para sair do PMDB e formar um novo partido que, apesar de contar com Franco Montoro, um democrata–cristão histórico, optou pela sigla da social- democracia e escolheu o símbolo do tucano para dar-lhe um toque de brasilidade, isto é, made in Brazil.
Assim como os macacos, as araras, as cobras, abacaxis e bananas devidamente incorporados ao nosso Inconsciente Colonial e a nunca por demais esquecida Carmem Miranda: yes, nós temos tudo isso.
O grupo, essencialmente paulista, foi incorporando alguns dirigentes nacionais como Tasso Jereissati, Álvaro Dias, Artur Virgilio, entre outros. Mas o núcleo central sempre foi paulista – Mario Covas, Franco Montoro, FHC. A candidatura de Covas à presidência foi sua primeira aparição pública nacional. Oculto atrás do perfil de candidatos como Collor, Lula, Brizola, Ulysses Guimarães, Covas tentou encontrar seu nicho com um lema que já apontava para o que definiria os tucanos – “Por um choque de capitalismo”.
A propósito de choques, não deixar de ler A doutrina do choque – a ascensão do capitalismo de desastre, de Naomi Klein, Rio, Nova Fronteira, 2008. Esgota o assunto e elucida de uma vez por todas a doutrina e a prática política do tucanato.
O segundo capítulo da sua definição ideológica inscreveu-se a partir do namoro com o governo Collor, concretizando a entrada de alguns tucanos no governo – Celso Lafer, Sergio Paulo Rouanet: revelava-se a fascinação que a “modernização neoliberal” exercia sobre os tucanos. O veto de Covas impediu que os tucanos fizessem o segundo movimento, isto é, o ingresso formal no governo Collor – o que os teria feito naufragar com o impeachment e talvez tivesse fechado seu caminho posterior para a presidência, via FHC.
Mas o modelo que definitivamente eles seguiram veio da Europa: da conversão ideológica e política dos socialistas franceses de Mitterrand e do governo de Felipe Gonzalez na Espanha. Como corrente ideológica, esta social-democracia (que já não era mais social e muito menos democracia) optava pela adesão ao neoliberalismo, lançado inicialmente pela direita tradicional européia até ser abraçado pelas elites latino-americanas. Aliás, na AL ocorreu um fenômeno similar: introduzido por Pinochet sob ditadura militar, o modelo foi recebendo adesões de correntes originariamente nacionalistas – o MNR da Bolívia, o PRI do México, o peronismo da Argentina – e de correntes social democratas – o Partido Socialista do Chile, a Ação Democrática da Venezuela, o Apra do Peru, o PSDB do Brasil.
Na década de 90, como outros governantes de correntes neoliberais – a exemplo de Menem (Argentina), Carlos Andres Peres (Venezuela), Ricardo Lagos (Chile), Salinas de Gortari (México) – no Brasil, os tucanos puderam chegar à presidência, porquanto a América Latina se transformava na região do mundo com governos neoliberais em suas modalidades mais truculentas.
O programa do FHC foi apenas uma triste adaptação ancilar do mesmo programa ao qual o FMI engessou todos os países da periferia em geral, e a América Latina em particular. Ao adotá-lo, o FHC reciclava definitivamente seu partido a ocupar o lugar no centro do bloco de direita no Brasil, uma vez que os partidos de origem na ditadura – PFL, PP – tinham se esgotado. Quando Collor foi derrubado, Roberto Marinho disse que a direita não voltaria jamais a eleger um candidato seu, dando a entender que teriam que buscar alguém fora de suas fileiras – o que ocorreu com FHC.
A princípio, sua gestão teve o mesmo “sucesso espetacular” que os demais governos neoliberais da América Latina no primeiro mandato: privatizações, corte de recursos públicos, desregulamentações, abertura acelerada do mercado interno, flexibilização laboral. Contava com 3/5 do Congresso e com o apoio em coro da mídia. Também como outros governos, mudou a Constituição para ter um segundo mandato. E da mesma forma que outros, conseguiu ser reeleger já com dificuldades, porque seu governo havia mergulhado a economia numa profunda e prolongada recessão.
Negociou de novo com o FMI, foi se desgastando cada vez mais, uma vez que a estabilidade monetária não levou à retomada do crescimento econômico, nem à melhoria da situação da massa da população e acabou banido, sem apoio, vendo seu candidato derrotado.
Sader sentencia: “Aí os tucanos já tinham vivido e desperdiçado seu momento de glória. Estavam condenados a derrotas e à decadência. Se apegaram a São Paulo, seu núcleo original, de onde fizeram oposição, muito menos como partido – debilitado e sem filiados – e mais como apêndice pautado e conduzido pela mídia privada.
Derrotado três vezes sucessivas para a presidência, perdendo cada vez mais espaços nos estados, o PSDB chega a esta eleição aferrado à prefeitura de São Paulo, onde as brigas internas levaram à eleição dum aliado com péssimo desempenho.”
No caso, o nunca por demais rejeitadíssimo Kassab (meus sais!). Assim, os tucanos chegam a esta eleição jogando toda a sua sobrevivência em São Paulo, com o grave risco de, se perderem, ter decretada sua desaparição política. Até porque ninguém acredita em Aécio como candidato com possibilidades reais à presidência. E Alckmin, ainda menos.
Concluo, repetindo, mais uma vez, o meu “delenda Cartago”: PSDB, requiescat in pace.
Fonte: Congresso em Foco

Charles Alcântara reativa seu Blog

O meu amigo Charles Alcântara retornou com as atividades em seu Blog. Seja bem vindo de volta a blogosfera, de onde não devias ter saído.

h1

Blog de volta. Boas brigas, grandes causas.

outubro 17, 2012
Não escolhemos os inimigos, mas as causas.
Os inimigos fazem parte do pacote. E não há como evitá-los.
É com essa certeza que eu retomo o meu blog, lançado em julho de 2008 e, dias depois, interrompido.
Com visual diferente, ainda provisório, mas com o mesmo compromisso expresso nas linhas da seção “política do blog”.
E já começo abraçando uma causa.
Refiro-me às eleições de cujas urnas emergirá o próximo prefeito de Belém, da Belém 400 anos.
Eu voto em Edmilson.
Voto, não por que Edmilson seja perfeito, muito longe disso; não por que Edmilson esteja acima do bem ou do mal; não por que Edmilson esteja imune a críticas ou a contradições.
Voto em Edmilson, exatamente por que Edmilson não sufoca os defeitos que lhe caracterizam, embora muitas vezes seja convidado ou instado a fazê-lo.
Edmilson é um homem apaixonado, exagerado, intenso, arrebatador.
Edmilson é insubmisso, inquieto, rebelde, lutador.
Voto em Edmilson pelas razões que tanto incomodam essa nossa elite preconceituosa, egoísta e cínica.
Edmilson é de briga, sim!
Das boas brigas que toda grande causa exige.
Edmilson é igual a mim e a todos que, pelo menos algum dia na vida, ousaram desafiar o poder e o sistema que oprime gentes e manipula mentes.
Mas com quem brigamos, afinal?
A quem tanto contrariamos?
A quem tanto ameaçamos?
Certamente não é ao povo trabalhador.
Edmilson é, mais do que tudo, um pacifista, pois é pacifista todo aquele que briga por justiça e por liberdade.
No outro extremo, por mais aparentemente belo que seja o discurso de paz e de união, quem se omite, condescende ou apoia o preconceito e a exclusão social, é, em verdade, tirano e covarde, pois não há paz sem voz e sem luta.
Edmilson é coração, é pulsação acelerada.
Edmilson é de verdade, não um personagem.
Edmilson é humano, exageradamente humano, não um humanoide.
Edmilson é um dos nossos.
Meu voto é Edmilson!

Defesa da tese de Mestrado do meu ex-aluno Rogério Guimarães

,

Foi com muita alegria, que recebi esta notícia. Desejo muita sorte na carreira que meu amigo e ex-aluno, Rogério Guimarães abraçou. Ele sempre foi muito esforçado e disciplinado, trabalhou comigo na minha campanha. Eu só tenho a agradecer e festejar este momento de vitória.   

Caso mensalão: STF registra empate no julgamento dos ex-deputados Paulo Rocha e João Magno 17/10/2012 17:18

Mais uma vez os ministros do Supremo Tribunal Federal se dividiram com relação à condenação por lavagem de dinheiro. Assim como ocorreu no caso do ex-deputado José Borba, a votação ficou em cinco a cinco com relação aos ex-deputados petistas Paulo Rocha, do Pará, e João Magno, de Minas Gerais, e o ex-ministro dos Transportes Anderson Adauto.

Os empates serão decididos provavelmente na próxima semana pelo Plenário. Após o intervalo, o relator, ministro Joaquim Barbosa, começa a apresentação de seu voto sobre o último capítulo do processo chamado de mensalão. Os ministros vão decidir se os ex-deputados petistas José Dirceu e José Genoíno, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e os núcleos de Marcos Valério e do Banco Rural formaram uma quadrilha para realizar o esquema de desvio de dinheiro e compra de apoio político no Congresso. O voto só deve terminar na sessão desta quinta-feira.

STF define hoje destino de Paulo Rocha


Na abertura da sessão do STF, hoje, os três ministros que ainda não votaram no item do julgamento do mensalão que inclui os ex-deputados petistas Paulo Rocha (PA) e João Magno (MG), além do ex-ministro Anderson Adauto, vão ler seus votos. Ainda precisam votar sobre o tópico Gilmar Mendes, Celso de Mello e o presidente do STF, Carlos Ayres de Britto. Os réus estão sendo julgados por lavagem de dinheiro. Eles são acusados pelo Ministério Público Federal de ocultar a origem de dinheiro recebido das agências do publicitário Marcos Valério.

Segundo a denúncia, os réus obtiveram os recursos após solicitação ao ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares. Neste tópico estão sendo julgados seis réus, todos ligados ao PT. Já foram absolvidos o ex-deputado federal Professor Luizinho (PT/SP), a assessora parlamentar Anita Leocádia, que trabalhava para o deputado Paulo Rocha, e José Luiz Rocha, ex-chefe de gabinete do ex-ministro Anderson Adauto.
O julgamento deste item foi interrompido na semana passada e deveria ter prosseguido na segunda. Mas como Gilmar Mendes e Celso de Mello atrasaram e não estavam presentes na abertura da sessão, a corte decidiu adiantar o voto do relator sobre o próximo item da denúncia, que aborda evasão de divisas. O plenário concluiu o julgamento sobre evasão de divisas no mesmo dia.

Na semana passada sete ministros votaram no processo dos réus Paulo Rocha, João Magno e Anderson Adauto. Foram cinco votos pela absolvição e dois pela condenação. Consideraram os políticos culpados de lavagem de dinheiro o relator Joaquim Barbosa e o ministro Luiz Fux.

Absolveram os ministros: Rosa Weber, Dias Toffoli, Carmem Lúcia, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello. 
Para haver condenação ou absolvição de um réu, são necessários os votos de pelo menos seis dos dez ministros da corte. O STF ainda tem dúvidas sobre o destino de réus nos casos de empate. Existem três correntes de pensamento sobre esses casos.

(AE)

Fonte: Diário do Pará

Zenaldo recebe apoio do PSC e PRTB

A candidatura tucana de Zenaldo Coutinho recebeu o apoio de dois partidos políticos, uma foi Partido Social Cristão (PSC), comandado no Pará pelo deputado federal Zequinha Marinho, e que indicou o vice (pastor Kadmiel) na chapa do candidato do PMDB. Outra adesão foi do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), que aderiu na segunda à noite, por meio de seu presidente municipal, Marcos Rego.

PDT declara apoio a Edmilson

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) anunciou o apoio à candidatura de Edmilson Rodrigues a prefeito de Belém, na tarde de hoje (15).

O presidente municipal do PDT, Francileno Mendes, disse que o partido vai caminhar junto com o Edmilson “porque é o candidato que representa os interesses ideológicos do PDT”. “A gente acredita que é possível chegar à vitória e vamos chegar juntos”, afirmou. 

Além do PDT, o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Pátria Livre (PPL) também já aderiram à campanha da "Frente Belém nas Mãos do Povo" (PSOL - PCdoB - PSTU), no segundo turno das eleições.

(DOL)

O dia D do ex-deputado Paulo Rocha

O STF retorna hoje o julgamento que pode absolver Paulo Rocha. 

Até agora, cinco ministros votaram pela absolvição do ex-deputado (Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Dias Toffoli) e dois pela condenação pela crime de lavagem de dinheiro (Joaquim Barbosa e Luiz Fux), ou seja, sete ministros já votaram, falta os ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello e Ayres Britto. Paulo Rocha precisa de mais um voto favorável para ficar livre desta acusação. 

A dúvida é ? Se Paulo Rocha for inocentado, ele pode ser candidato em 2014 ?






Feliz Círio de Nazaré 2012


 O CÍRIO DE NAZARÉ


Não há quem não se comova ou se encante,
Com tão forte e bela demonstração de fé!
Como na Procissão do Círio de Nazaré!
E nela o sentimento de crença se levante.

Vê-se ali o místico Êxtase dos Santos...
Vivido!Por todos e cada um da multidão.
São muitos milhares, mas um só coração...
Como um corpo, eles de todos os cantos...

Vêm!Irmanados na crença, no sofrimento...
Nos pedidos aflitos feitos ao Bom Deus!
Vendo-os na Procissão, neste momento,

Sinto que Ele sendo Justo e Compassivo,
Atenderá com certeza ali os filhos Seus...
Deste Círio de Amor tão puro, tão vivo

Edmilson iniciou o segundo turno por onde tudo começou: junto do povo

PPL e Leny defendem o voto em Edmilson

Edmilson e Leny Campelo
O candidato a prefeito Edmilson Rodrigues, da "Frente Belém nas Mãos do Povo" (PSOL-PCdoB-PSTU), recebeu mais uma adesão à candidatura para o segundo turno da eleição. Na tarde desta quinta-feira, 11, um dia após o Partido dos Trabalhadores ter declarado apoio a Edmilson, o Partido Pátria Livre (PPL) também veio somar com a campanha do candidato, fortalecendo a frente de esquerda neste pleito. A candidata do PPL que disputou a prefeitura em primeiro turno, Leny Campelo, passa a defender o voto no 50.

A adesão foi formalizada na sede do comitê municipal da frente. Participaram o candidato a vice-prefeito, Jorge Panzera (PCdoB), os vereadores eleitos da coligação, Marinor Brito e Fernando Carneiro (ambos do PSOL), o ex-senador José Nery (PSOL) e militantes dos partidos. Edmilson e Leny afirmaram que estão unidos em defesa dos direitos sociais.

Leny Campelo disse que o PPL escolheu se aliar à frente porque essa é coligação que representa a mudança. “Queremos nesse segundo turno continuar com a mensagem de mudança. Só vamos fazer a mudança dessa cidade, com certeza, com Edmilson”, disse ela, que considera o projeto do psolista o mais ajustado com a defesa feita pelo PPL, de luta contra as injustiças sociais. Como única candidata feminina da corrida majoritária de Belém, ela pediu a Edmilson que, se eleito, crie Secretaria Municipal de Mulheres.

Leny disse que a aliança contribui para a inclusão de propostas do PPL no programa de governo do psolista, como a construção da maternidade pública municipal, do hospital da criança e de creches e o investimento no desenvolvimento econômico com inclusão social. Edmilson Rodrigues respondeu que não há problema em adotar as sugestões se elas aperfeiçoem o plano para transformar a cidade. “Temos grande desafio que é o projeto de governar Belém. E o governo deve ser um esforço coletivo, não apenas do prefeito, mas do povo”, afirmou.

Ele também reforçou que a aliança com Leny só é possível porque ela tem um histórico de seriedade e de luta pelos direitos do povo. "É o oposto de quem representa a ditadura, como é o caso dos representantes do PSDB", destacou Edmilson. Ambos lembraram que o PSDB foi responsável pelo sucateamento e privatização de vários órgãos públicos, como o da Celpa no Pará. Medida essa que, hoje, ameaça a Companhia de Saneamento do Estado (Cosanpa).

Cerra, Ruçomano & houtras hecatombes

Só por puro masoquismo o eleitor paulistano reelegeria Cerra no segundo turno.

Porquanto Ruçomano – a outra hecatombe alucinógena – foi afastada, graças possivelmente a alguma espécie de iluminação à beira do abismo que acometeu unanimemente todos os candidatos a prefeito em Sampa, fazendo de Ruçomano não só o alvo comum de todos os ataques, como rigorosamente de tiro ao alvo. Mas foi por pouco, dada a votação (tipo 22%) relativamente expressiva da abantesma em pauta.

Voltando ao Cerra, repito: só por puro masoquismo o eleitor paulista reelegeria o nosso vampirinho de plantão pro segundo turno, configurando algo como “o Retorno do Ressentido”, parafraseando malandramente Lacan, sem contar a Antecipação do Esquecimento (uma vez que já não se trata de Falta de Memória Política), tão comum ao homo otarius paulistano, classe média-média e média-alta, conformado após duas décadas de gestões tucano-demoníacas, cujo julgamento eleitoral vai mixando, sem mais aquela, política, religião & mensalão.

Memória que desde já me proponho a refrescar não fosse esse mesmo Cerra a assinar e referendar em cartório, jurar de pés juntos que “jamais deixaria a prefeitura em 2008” e, também sem mais aquela, dar no pé pra se candidatar à Presidência – o que, do meu ponto de vista, foi esplêndido, não só por deixar a gestão da minha cidade em troca duma Presidência que, de qualquer jeito, ele ia perder – contudo legando uma herança maldita – representada por Kassab, o pupilo autista-autoritário-come quieto de Jorge Bornhausen – pro paulistano amargar durante oito anos intermináveis.

E terminando o mandato com uma rejeição história de cerca de 60%, o sujeitinho é perito em soltar contramedidas e manobras divergentes, tipo retirar saquinhos plásticos do supermercado, impor silêncio nas feiras livres, proibir cartazes na cidade & bobagens afins, enquanto dá-lhe obras e mais obras no melhor estilo Maluf (que a grande mídia faz questão absoluta de NÃO REPORTAR), ganhando por fora das empreiteiras e cujo único legado é ter incrementado – infinitamente – a Parada Gay em Sampa!

Tais gestões tucano-demoníaco-privatistas transformaram a Sampa dos anos 70 – dum cosmopolitismo que prometia uma espécie de mix de Nova York com Hong Kong e naturalmente pré-TeaParty – nesta pós-Sampa dos anos 2000 – uma Mega-Curitiba, atrozmente conservadora, provinciana, careta, tacanha, “politicamente correta” e caipira (cruzes!). Um estado – e respectiva capital – literalmente oco.  Sinceramente, dá vontade de mudar pra Pago-Pago!

Quanto a Serra, lembramos ainda seu comportamento autoritário, inacessível, irascível, tipo tirano não-esclarecido (burro mesmo), sua estratégia política truculenta, diante das greves dos professores, policiais, etc.etc.etc. Em suma: seu alheamento e tolerância zero perante qualquer reivindicação, inclusive do próprio eleitorado, até porque o paulista (capital e estado), por algum motivo que me escapa completamente, vota sistematicamente em quem administra CONTRA os interesses da população que o elege!

Por isso, nós – intelectuais, professores, artistas, formadores de opinião – desta vez, nos reunimos num movimento sem precedentes em vários anos – mais de vinte, trinta? – em torno de Fernando Haddad porque, além de qualificado, carismático e com propostas sociais claras e concretas, surge como uma opção verdadeira numa eleição controversa e plena de absurdos eleitorais.

Aliás, Fernando Haddad é nossa Única Opção, salvo zebras posteriores, nas quais absolutamente não acredito, até porque, apoiado por todos nós, Haddad terá uma responsabilidade redobrada e por uma razão muito simples: nós vamos cobrar.

Quem somos “nós”? Antonio Cândido, Dalmo Dallari, Marilena Chauí, Paul Singer, Gabriel Cohn, Zé Celso Martinez Correia, Maria Rita Kehl, João Adolfo Hansen, Sergio Miceli, Márcia Denser, Roniwalter Jatobá, Luiz Gê, José Miguel Wisnick, Ermínia Maricato, Maria Vitória Benevides, Olgaria Matos, Altamiro Borges, André Singer, Celso Favaretto, Ismail Xavier, Ladislaw Dowbor, João Sette Withaker, Laura Mello e Souza, Luiz Roncari, Raquel Rolnik, Ricardo Musse, Vladimir Safatle, etc.etc.etc.

By the way: eis os “intelectuais” de Cerra: FHC (of course) Bruna Lombardi (who?) e Agnaldo Timóteo – que, por falar nisso, não se reelegeu.

Que descansem em paz.

ET: Querem apostar que NÃO vai ter debate na Globo (sobretudo na Globo)? Na civilização da imagem, qual é o maluco do marqueteiro que iria reeditar Serra-Nixon vs Haddad-Kennedy?
 
Fonte :Congresso em Foco

Zenaldo e Jefferson Lima juntos no segundo turno


“Tenho certeza que a chegada de Jefferson Lima vai nos ajudar a consolidar projetos para atender os mais carentes, os que mais precisam das ações da prefeitura. Os quase 100 mil eleitores que votaram no Jefferson sabem que a gente está somando àquilo que ele acreditou e que agora faz parte integrante do meu programa de governo, daquilo que eu acredito hoje e, sobretudo, do que vou realizar a partir de 1 de janeiro”. Assim o candidato Zenaldo Coutinho definiu a aliança com Jefferson Lima, do PP, que declarou nesta quarta-feira, 10, apoio à sua candidatura no segundo turno.

Jefferson Lima, do Partido Progressista, foi o terceiro candidato mais votado no primeiro turno, com quase 100 mil votos. O radialista afirmou que a aliança foi possível graças à identidade com o programa de governo de Zenaldo. “Há uma sintonia de ideias, casou de uma forma maravilhosa e quem está dizendo isso não é o Jeferson Lima ou o Zenaldo. É o povo. E agora Jefferson Lima é 45”, ressaltou.

O ex-candidato disse ainda que Zenaldo aceitou o desafio de visitar as comunidades carentes em que ele esteve durante sua campanha e se comprometeu a levar a essas comunidades melhorias. “Isso aqui não é um jogo de vaidade, é uma junção do bem para Belém, uma Belém do bem, uma Belém unida, uma Belém que vai estar junto do governador Simão Jatene, junto com a região metropolitana. Então eu atendi a essa mudança. O outro candidato já governou Belém e deixou a desejar”, afirmou Jefferson.

Presente à coletiva de imprensa estava o presidente estadual do PP, Gerson Peres, que comemorou a aliança. “Quem ganha é a população. Vamos ter uma prefeitura, um governo e a região metropolitana atuando juntos. Isso é uma identidade oportuna para nossa capital”, sinalizou o ex-deputado.

Belém da União. Zenaldo Coutinho disse que a aliança com o PP é muito importante para o segundo turno das eleições. “Esse é mais um momento em que estamos crescendo na proposta de união. Aquilo que a gente pregava no primeiro turno se consolida agora com a chegada do Jefferson, do PP, e com muita gente nas comunidades entendendo que é possível sim construir uma Belém do futuro, sem brigas. Queremos resolver problemas”.
 
O candidato disse ainda que a chegada do novo aliado foi marcada por um diálogo aberto. “Quando a gente conversou foi posto na mesa que nós precisamos fazer a complementação do programa de governo. Meu programa agora no segundo turno enriquece mais, cresce mais, se aperfeiçoa, porque traz para dentro de si, as observações, o que foi sentido pelo Jefferson durante sua campanha. É uma aliança importante, uma aliança da solução dos problemas, solução da saúde, do saneamento, da segurança, da educação, da qualificação profissional, do crédito para abrir seu pequeno negócio, do cheque- moradia para melhorar suas casas. Ou seja, os programas sociais consolidados e os problemas de infraestrutura solucionados. Nosso projeto é de dar as mãos, de unir por uma nova Belém”, concluiu Zenaldo.

Vandick. Eleito com quase 10 mil votos o vereador Vandick Lima parabenizou Zenaldo e Jefferson Lima pela aliança, afirmando que antes da decisão de Gerson Peres, presidente do PP, no Pará, ele já pendia para o lado de Zenaldo. “Eu torcia para que dr. Gerson batesse o martelo em apoio ao Zenaldo, que na minha opinião tem as melhores propostas para Belém. Estamos juntos nessa caminhada até a vitória”.

Fonte: zenaldo.com.br

PT e Alfredo declaram apoio a Edmilson


A direção do Partido dos Trabalhadores (PT) e o deputado estadual Alfredo Costa, que concorreu a prefeito pela legenda, no primeiro turno da eleição, declararam apoio a Edmilson Rodrigues (PSOL), que segue no segundo turno com a preferência do povo. O anúncio público foi feito na tarde desta quarta-feira, 10, no hotel Regente. A adesão do PT reforça que o posicionamento do partido leva em conta o projeto de sociedade voltado à redução das desigualdades sociais e ao aumento das oportunidades para todos.

O presidente do Diretório Municipal do PT, Apolônio Brasileiro, leu a nota pública que anuncia a posição da legenda nesta reta final de campanha: “O PSDB merece nossa frontal e decisiva disposição de combate”, leu ele, ao conclamar todos a continuarem na campanha. A nota reforça que o partido do candidato  adversário, PSDB, é uma ameaça à distribuição de renda, à reforma política e ao combate às discriminações. E também é o responsável por retrocessos como o agravamento da violência, do colapso do sistema público de saúde e da ausência de investimentos em água, saneamento básico e infraestrutura.

O presidente estadual do PT, em exercício, deputado estadual Carlos Bordalo, ressaltou que a decisão não foi condicionada a repasse de recursos ou cargos na próxima gestão municipal e sim à decisão da "Frente Belém nas Mãos do Povo" de incorporar algumas propostas do programa de governo do PT. Entre as inclusões, estão a construção de creches, a implantação do cursinho vestibular público e dos viadutos
complementares ao sistema viário.

Alfredo completou que os projetos de governo do PT e da Frente têm semelhanças, representando a esperança de uma nova Belém. Ele destacou que conhece Edmilson há muitos anos e que participaram juntos de várias lutas do movimento social. Não vou gastar tempo com a outracandidatura que nunca esteve nas causas sociais", ressaltou.

“Nossa parceria é para acabar com a violência, o caos na saúde e tantas outras mazelas da nossa sociedade. Vamos fazer de Belém uma cidade mais digna, por que o povo quer e merece isso", emendou  Edmilson. Ele disse que a relação entre os integrantes do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e do PT  sempre foi respeitosa. "Estão aqui (no ato) alguns ex-secretários da minha gestão na Prefeitura de Belém (ocorrida entre os anos de 1997 e 2004)”.

O psolista advertiu que o apoio do PT não foi tratado como um negócio. “Nós temos muitas afinidades programáticas. Não significa que os partidos sejam iguais, aliás, o nosso mérito é de unir partidos diferentes. O PT entra agora, mas tivemos no palanque o PC do B, o PSTU e o PSOL, uma unidade impensável no país”, continuou. "Vivemos uma situação tão profunda de desigualdade, de caos em todas as áreas, que efetivamente, foi necessário esquecer as nossas diferenças e estabelecer um pacto para, juntos, mudarmos essa imagem de Belém”.

O candidato a vice-prefeito da Frente, Jorge Panzera; o de vice-prefeito de Alfredo, João Cláudio Arroyo, e os deputados estaduais José Maria e Airton Faleiro e o deputado federal Zé Geraldo, todos do PT, e vereadores eleitos das legendas aliadas também participaram do evento, entre outras lideranças e a militância.

Assessoria de Imprensa
Enize Vidigal: 
Blogger Template Mais Template - Author: Papo De Garota